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15 de agosto de 2006

surpresa

escrevi este soneto "Soneto a menina que diz eu odeio" a amiga Mayara Donadon Fresneda e ontem estávamos conversando quando ela me disse assim, sem preparar, que havia usado este poema em um trabalho na faculdade. Fiquei muito lisonjeado e achei o máximo ver assim um poema traduzido em francês. May obrigado pelo presente que me fez sorrir e sentir valorizado. Beijos do amigo


ps... continue odiando

Sonnet pour une fille qui me dit je haïs !!!


Elle me dit haïs Mange qui donne Bon Jour !
Comme qui réalise un rêve
Dit ainsi entre des sourires quelquefois.

La fille qui me dit je haïs
A un regard qui semble demander affection
Et comment niera caresse à un sourire sucré qui crie :
Je haïs telle chose !

Est impossible d'être étrangère la présence forte
Conseille ni d'essayer de comprendre
Mais j'aime quand elle dit qui haït.

Il suive en rire et mal en disant
Soit tranquille parce que toujours aura
un poète à qui pourra Haïr !!!
Descrição feita pelo meu grande amigo Jim Duran

14 de agosto de 2006

Ela

Ela pode ser o rosto que não esquecerei
Um traço de prazer ou de tristeza
Talvez meu tesouro ou o preço que
tenho de pagar
Ela pode ser a música que o verão canta
Talvez o frescor que o outono traz
Talvez centenas de coisas diferentes
No espaço de um dia
Ela pode ser a bela ou a fera
Talvez a fartura ou a fome
Pode transformar cada dia num paraíso ou num inferno
Ela pode ser o espelho do meu sonho
Um sorriso refletido na água
Ela pode não ser o que parece ser
Dentro de sua concha
Ela que sempre parece tão feliz na multidão
Com o olhos tão pessoais ou tão orgulhosos
Mas que não podem ser vistos quando choram
Pode ser o amor que não se deve esperar que dure
Pode vir para mim como sombras do passado
Que me lembrarei até o dia de minha morteE
la deve ser a razão para que eu sobreviva
O motivo de eu estar vivo
De quem eu cuidarei na alegria e na tristeza
Eu acolherei seu riso e suas lágrimas
E os guardarei como meus souvenirs
Por onde ela for eu tenho que estar
O sentido da minha vida é
Ela

Charles Azavanour

10 de agosto de 2006

SILÊNCIO

Me peça tudo
arranca minhas mãos para que eu
não cometa mais o pecado da poesia
Só não peça o silêncio
Arranque meus olhos que já
não possuem utilidade
por que foram proibidos de ver teus olhos
Arranque meus braços
para que eu não os erga aos céus enquanto chor
me tire do peito este coração sem serventia.
Me tire as pernas, o sentido
a direção
Mas não me peça silêncio.
Não me peça silêncio
Por que mesmo calado
os que me vêem percebem
a sonoridade da dor
que trago em meu rosto
Peça minha vida,
mas não peça que eu aceite
em silêncio


espero que entenda 93, 93 93

6 de agosto de 2006

pra vc

às vezes penso com um boçal, um troglodita. Fico amuado e não consigo respirar, relaxar, deixar pra lá. algumas coisas ainda me atingem em cheio. tento melhorar e não ligar, porém quando percebo ja fiz o pior.
por isso tenho essa mania besta de estar sempre saindo das coisas, abandonando tudo e partindo. como não estou querendo largar nada, nem abandonar, nem desistir... tudo fica mais intrincado, mais verbal. Falo muita baboseira. me perdoe mil vezes.
te amo muito

3 de agosto de 2006

os amigos dizem...

estes dois textos foram escritos por dois amigos/irmãos que fiz quando morava em salvador Diogo e Guto. eles são importantes por que foram testemunhas vvas de meu caos (rs) como poeta. amo vocês dos meus bro



Jim, meu caro... eu precisei escrever este texto numa janela de testimonial do orkut para desencravar um teco do muito que eu teria para falar de você... Como é que eu posso falar de suas poesias e principalmente do dono delas que é poesia e é Rex, eu e guto invadindo a casa do argentino. Camille, vodka, vinho São Jorge todas as bebidas, etc e tal...? Poha kra! Tomara que eu esteja ainda com o coração vivo quando nos encontremos, isso mereceria muita serenata, vinho e abraços de bêbado. Espero que goste do texto... eu não sei se sou escrevinhador...
Eduardo Duran... este é um homem pouco visto, na realidade, pouco revelado que tem na mente a matriz daqueles que realmente conheci. Fred, chegou de viagem e dele ouvi falar bastante, mas vê-lo, nunca. Jim Duran, poeta, artista empedernido num romance conflituoso com a vida, esse eu conheci. Na verdade, seja quem for, dentre os muitos nomes deste ser eu sempre sinto uma arte rara de se viver uma vida, que me fez às vezes dar vazão às minhas personagens e desenxergar tudo à volta pra me ver somente em um palco. No fim, para saber que era apenas eu mesmo e ele apenas(?) Eduardo, o que achei que não conheci. Isso tudo é meio estranho, meio maluco, meio sem pé nem cabeça, mas Jim Eduardo Fred Duran é uma constelação de sentidos a ser enxergada de longe, jamais só os seus pedaços. Como todas as personagens de uma peça que vêm,vão, morrem e reaperecem cada qual um sentimento, compondo o magnífico espetáculo envolvente do teatro. A beleza é seu mosaico completo, revelado calmamente em cada brilho particular de um nome, ou uma poesia. Sei lá...Abraços manoDiogo


"Jim, é como um personagem de 'Herman Hesse', do tipo que você leu muito tempo atrás e mesmo distante está sempre presente. Ele é como uma música do 'The Doors' ecoando nas paredes antigas de uma casa de show. "Whyskie N' Blues". Trajes pesados e fumo. Escritos e gargalhadas. Mais do que um personagem Eduardo Duran é um grande amigo de passagem marcante em minha vida. Seja filosofando, seja como um confidente, um companheiro de boas cachaças ou na caça as mulheres. Sei que adiante na tortuosa estrada da vida poderei com ele contar e ele comigo.

De seu grande amigo 'Gutheba', desejo-lhe sorte nessa longa vida insana.

Gustavo Oliveira Morais"

1 de agosto de 2006

o nome dela

essa música de repente ficou muito importante pra mim. Me trouxe coisas boas. É de um poesia simples mas bonita, tem uma boa vibração.

CLAREANA
Joyce / Maurício Maestro


Um coraçãode mel, de melão
de sim e de não
é feito um bichinho
no sol de manhã
novelo de lã
no ventre da mãe
bate o coração
de Clara, Ana
e quem mais chegar
água, terra, fogo e ar

Feminina (1980)Ao Vivo (1989)Revendo Amigos (1994)compilações / compilations:Meus Momentos (1995)The Essential Joyce (1997)Série Bis (2001)The Essential (2003)For Café Après-Midi (2004)

28 de julho de 2006

confuso

Posso parecer bem firme aqui na beira do abismo
mas quando fecho os olhos e balanço o corpo
sinto que não devo dar mais nenhum passo adiante
e permaneço
escolhendo meus amanhãs.

É difícil sorrir sempre que me encosto na parede
se me descubro com ciúmes
fico vexado
perdido entre pedidos e sonhos


Nas tarde de sábado vc me surpreende e
deve ter se surpreendido também,
por que a vida demonstra o carinho que temos.

7 de julho de 2006

poema pra Lígia

quando vc partiu levou um pouco de minha alegria,
levou em tua bagagem um pouco de minha inspiração,
um pouco do meu sol, um tanto de minha lua.
quando você se foi deixou pra trás uma possibilidade
e uma lágrima que desceu até minha boca
como um beijo que nunca trocamos.
quando vc partiu senti que a vida descontava
minhas fugas,
quando vc se foi eu fui junto...

6 de julho de 2006

Carta a Perséfone

querida
nem viria hoje por que bateu uma dor forte no peito. minha mãe está internada de novo.Conversei com Mr Jef e tivemos algumas idéias... loucuras. Estava em casa tomando uma dose de uísque e Diamante veio correndo abanando o rabinho todo feliz. Isso me animou um pouco. escrevi um poema novo, melhor do que escrevi ontem, se chama Perséfone em uma tarde quente.
Li e reli tua carta muitas vezes e confesso que não sei como responder, o que dizer através da carta que não tenha demonstrado hoje ao sair feito um louco só pra te ver por uns minutos que sejam. Sempre farei coisinhas assim quando necessário e mesmo quando não for. Ver teu sorriso e sentir tão abraço me deu calma por que senti o sol batendo no lugar do teu coração. Temos de ter paciência por que tudo no final dá certo e por mais difícil que tudo pode parecer agora amanhã será bem melhor, eu confio nisso e gostaria que você confiasse também.
Amanhã quero te ver em meio ao reino do que me distrái realmente, com certeza estará linda por que no teu caso não depende de nada, só do olhar do poeta.
te adoro muito menina e você sabe. Tem uma música de Renato Russo que diz: "Quando se aprende a amar, o mundo passa a ser seu" acredito muito nisso. Depois que você começou a fazer parte de minha vida fiquei otimista.
Até mais meu anjo.
T A

1 de julho de 2006

Família...



Ando sumido mas vivo ainda, dizem até que mais vivo do que nunca. Emocionado com a vida que se renova em minha família e em meus quatros sobrinhos. Esses anjos que me fazem chorar e pensar que tudo vale a pena. Grégori é filho do primeiro casamento de minha cunhada Márcia que é casada com o Fernando. Menino esperto e inteligente muito querido, mesmo não tendo sido meu primeiro sobrinho é o mais velho. Emily é filha de minha irmã Tati. Inteligente e com um senso de humor bem parecido com o meu não fica sem dar uma resposta a nada e nem a ninguém. Tem um olhar vago como o meu também, mas é linda como as mulheres da minha família. Depois veio o Enry que também é filho da Tati, olhos grandes como quem quer registrar tudo e guardar o mundo nas retinas. Me lembra meu tio Zé Rocha e como diz um primo (o Caco) como quem falo pelo msn enquanto escrevo aqui " é um rochinha mesmo". O mais novo é o
Érick, este menino lindo que é filho do Fernando e da Márcia . estou escrevendo isso em meio as lágrimas por que sou mesmo manteiga derretida, ainda mais quando falo dessas crianças que são tudo para mim.
Tenho orgulho de ser tio.
amo vocês pequenos