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27 de setembro de 2008

poema presente

Pelo aniversário de Larisa
(27 de setembro de 2008)

Deus está em dívida comigo,
Por que quando ele traçou seus planos não nos deixou mais próximos
Para que nesse dia o abraço fosse verdadeiro
Como é verdadeiro o meu desejo de sua felicidade.

Hoje era um dia para te entregar rosas e poemas
É dia de descanso, não de aulas a serem dadas.
Hoje é dia de riso, de amigos
E de amores explodirem.em milhões de beijos e afagos.

Feliz aniversário amiga, que seu riso desponte como estrela
E que haja motivo real para que ele permaneça no céu da memória,
Que sempre seja visível.

Recebe deste amigo um soneto sem laço
Por que com você me abro como um louco abraço
E travo nos seus lábios que gargalham

18 de setembro de 2008


Essa foto é referente ao texto publicado no post anterior. Leia-o que entenderá... ou não

15 de setembro de 2008


Quando eu trabalhei na TV CIDADE no primeiro semestre desse ano ganhei em uma das matérias que gravava para o meu programa “De Olho na Cidade” (ainda tenho que dizer algo a respeito dessa tentativa da direção da emissora em criar algo que fosse um engasgo na garganta das pessoas e que não seriam de sua responsabilidade por que não eram eles que fariam as perguntas e nem pautas. Como sabem os daqui não deu certo por que não achei justo levantar alheias bandeiras dessas guerras que não são minhas.) Mas não era isso que eu queria dizer; Ganhei de um artesão, se chama Nelson se não me falha a memória, um desses aparadores de bíblias que desconheço o nome correto se é que há. O fato é que como não possuo uma edição imponente do sacro livro uso-o como aparador de outro alfarrábio de suma importância em minha vida.
Acabou que deu uma foto interessante isso que foi feito sem pensar, por que as coisas são assim mesmo. Adoro fotografar e ser surpreendido pelo o que a íris da máquina capturou e que muitas vezes o humanismo do meu verde olhar não se apercebe como um outro instantâneo que captei em reflexo do pára-brisa do carro. Ali espelhado o verso de uma carteira de cigarros com aquela foto de um homem sem as pernas que tiveram de ser amputadas. Mas o foco da foto era outro era uma placa de sinalização dessas que invento novos “é permitido” e “não é permitido” e nesse caso a idéia que me veio era de que ali era permitido que se dançasse reagge. Mas a sobreposição das realidades me foi mais pungente que o sarro. Por isso me calo.



Hoje ao meio dia gritei
Urrei feito lunático exático e extático como um anjo de pedra
A falta que você me faz desumaniza o que há em mim.
Sei que disse que não me apaixonaria, mas não é isso
É que sua mente me encanta e seu riso é o sol
Vivo em eclipse.
Meus textos cheios de erros e de inseguranças múltiplas
É o que me leva a seus olhos, ao seu lábio se eu for lido em voz alta.
Mas quero o aconchego de seus seios e o sabor de seus lábios
O perfume de seus cabelos e a sua força feminina,
Te quero como a um soneto perfeito que, sei, jamais escreverei.
Por que para a minha escrita há limites, mas para o que sinto NÃO HÁ!