Quanta confusão um peito suporta?
Como olhar em outros olhos
se sempre o que me faz parar
é aqueles olhos
um tanto frios
e aquele riso
às vezes insano.
Porque dentre tantos olhares
o meu cruzou justo com o dela?
Qual misterioso deus me pune com esse sentimento?
Qual Cupido sádico?
A quem falta um pouco de humor?
Como caminhar tranquilo se
de repente ouço algo que me lembra
do que viveria com ela,
como chegar a seu coração,
a sua sensibilidade?
Como ter retorno de um algo que
não se sabe se toca a pessoa
se ela é indiferente, ou se finge ser
e se finge é tão boa
que às vezes me convence.
Queria arrancar do peito o sentimento
e se bobear o próprio peito
com artérias erradas.
Como é difícil perceber a clareza,
a real intenção,
o não querer
o não ser.
Como é sofrido esperar um olhar, um carinho
uma mão que afaga,
um bilhete que diz "sorria"
uma ligação no meio da noite, só pra ouvir a voz,
um desabafo que fosse.
Um sinal de que sou real para ela,
de que existo e de que sou, realmente, percebido.
Levantar e caminhar léguas não me deixaria bem,
desistir de mim não me deixaria bem.
Calar seria bem pior,
mas sentir que não se é realmente nada
é não se levantar do deserto.
É secar diante do sol, deixar tudo ir.
Não consigo parar, e tenho tanto guardado aqui
tanta coisa boa.
O que vale uma ponte?
O que vale o que fiz?
Tocou? Sentiu? Pensou?
ou ganhou o lixo, o fundo de uma gaveta?
Ganhou uma segunda olhada num momento de solidão?
Preciso de uma palavra,
de um gesto,
de um riso.
Não me sinto real.
29 de janeiro de 2010
28 de janeiro de 2010
Morre aos 91 anos o escritor americano J.D. Salinger. Veja a biografia do autor de "O apanhador nos campos de centeio"

Jerome David (J.D.)Salinger (1 de Janeiro de 1919- 28 de janeiro de 2010), foi um escritor norte-americano, nascido em , em Manhatan, Nova York, filho de pai judeu de origem polaca e mãe de origem escocesa-irlandesa.
Sua obra mais conhecida é o romance "The Catcher in the Rye" ("O Apanhador no Campo de Centeio" no Brasil e "À Espera no Centeio" em Portugal), obra publicada em 1951 nos Estados Unidos.
Salinger começou escrevendo ainda na escola secundária, e publicou vários contos no início da década de 1940, antes de servir na II Guerra Mundial. Em 1948, ele escreve o seu primeiro conto aclamado pela crítica, "Um dia ideal para o Peixe-Banana", publicado na revista New Yorker, que seria o local onde saíriam mais outros contos seus nos anos seguintes. Em 1951, publica seu primeiro romance, "O Apanhador no Campo de Centeio", que torna-se um sucesso imediato. Sua descrição da alienação da adolescência e da inocência perdida através do seu protagonista, Holden Caulfield, serviu de influência para toda uma geração de novos leitores, especialmente adolescentes. O livro continua tendo uma vendagem estimada em 250 mil cópias por ano.
O sucesso de "O Apanhador no Campo de Centeio" chamou atenção do público para Salinger, que, a partir de então, torna-se recluso, publicando menos do que antes. Os livros que se seguem ao Apanhador são: "Nove Histórias" (Nine Stories), de 1953, um apanhado de nove contos publicados na revista New Yorker entre 1948 e 1953; "Franny & Zooey", de 1961, que consiste de duas novelas curtas, "Franny" e "Zooey"; e "Carpinteiros, Levantem Bem Alto a Cumeeira e Seymour, uma Introdução", de 1963, que também reúne duas novelas de Salinger. Estes três livros tem histórias em que são personagens principais a Família Glass, constituída por Buddy (espécie de alter-ego do escritor), Seymour, Boo Boo, Franny e Zooey Glass, todos irmãos. Seu último trabalho publicado, uma novela intitulada "Hapworth 16, 1924",apareceu na New Yorker em 19 de junho de 1965.
Depois disso, Salinger continuou recluso, aparecendo esporadicamente na Imprensa. No final dos anos 90, são publicadas duas obras de memórias de pessoas próximas à Salinger; Joyce Maynard, sua ex-amante, e Margareth Salinger, sua filha. Em 1996, um pequeno editor americano anunciou um acordo com Salinger para a publicação de sua última novela,"Hapworth 16, 1924", em forma de livro, mas alguns problemas adiaram o lançamento da obra indefinidamente. "Hapsworth" foi escrita como uma carta de Seymour Glass, então com 7 anos, para sua família. Seria o desfecho da saga da Família Glass, também presente nos livros anteriores de Salinger. O curioso na obra de J. D . Salinger é a forma como ela influenciou gerações e ainda continua a influênciar, só para se ter uma idéia a obra é citada em alguns casos curiosos, como a morte de John Lennon. Segundo testemunho do próprio Marc David Chapman, o autor do assassinato de Lenon, estava lendo o "Apanhador no Campo de Centeios", minutos antes de tentar o suícidio e da obra teria tirado inspiração para matar John. Outro fato curioso é que o atirador que tentou matar Ronald Reagan em 30 de abril de 1981, afirmou a mesma coisa, ou seja, que teria tirado do livro a inspiração para matar o presidente Reagan. No filme "Teoria da Conspiração ", Mel Gibson faz o papel de um motorista de taxi psicótico, que acha que todos estão contra ele, ele possui uma compulsão, comprar diariamente um mesmo livro, "o Apanhador no Campo de Centeios", em sua casa existem milhares de exemplares dessa obra, por conta de uma dessas compras ele é descoberto por seus inimigos é quase acaba morto
27 de janeiro de 2010
Você se lembra desse texto?
Filtro Solar
Pedro Bial
Composição: Mary Schmich
Brother and sister
Together we'll make it through
Someday your spirit will take you
And Guide you there
I know you've been hurtin'
But I'll be waiting to be there for you
And I'll be there just helping you out
Whenever I can
Everybody's free...
Nunca deixem de usar filtro solar!
Se eu pudesse dar uma só dica sobre o futuro,seria esta: use filtro solar.Os benefícios a longo prazo do uso de filtro solar
estão provados e comprovados pela ciência;
já o resto de meus conselhos não tem outra base confiável além de minha própria experiência errante.
Mas agora eu vou compartilhar esses conselhos com vocês.
Aproveite bem, o máximo que puder, o poder e a beleza da juventude.
Ou, então, esquece... Você nunca vai entender mesmo o poder
e a beleza da juventude até que tenham se apagado.
Mas, pode crer, daqui a vinte anos, você vai evocar as suas fotos e
perceber de um jeito - que você nem desconfia hoje em dia
quantas tantas alternativas se lhe escancaravam à sua frente,
e como você realmente tava com tudo em cima.
Você não é tão gordo(a) quanto pensa!
Não se preocupe com o futuro.
Ou então preocupe-se, se quiser, mas saiba que pré-ocupação
é tão eficaz quanto mascar chiclete
para tentar resolver uma equação de álgebra.
As encrencas de verdade de sua vida tendem a vir de coisas que nunca
passaram pela sua cabeça preocupada, e te pegam no ponto fraco às quatro
da tarde de uma terça-feira modorrenta.
Todo dia enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.
Cante.
Não seja leviano com o coração dos outros.
Não ature gente de coração leviano.
Use fio dental.
Não perca tempo com inveja.
Às vezes se está por cima,
às vezes por baixo.
A peleja é longa e, no fim,
é só você contra você mesmo.
Não esqueça os elogios que receber.
Esqueça as ofensas.
Se conseguir isso, me ensine.
Guarde as antigas cartas de amor.
Jogue fora os extratos bancários velhos.
Estique-se.
Não se sinta culpado por não saber o que fazer da vida.
As pessoas mais interessantes que eu conheço não sabiam,
aos vinte e dois, o que queriam fazer da vida.
Alguns dos quarentões mais interessantes que conheço ainda não sabem.
Tome bastante cálcio.
Seja cuidadoso com os joelhos.
Você vai sentir falta deles.
Talvez você case, talvez não.
Talvez tenha filhos, talvez não.
Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante.
Faça o que fizer, não se auto-congratule demais, nem seja severo demais com você.
As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo.
É assim pra todo mundo.
Desfrute de seu corpo.
Use-o de toda maneira que puder. Mesmo.
Não tenha medo de seu corpo ou do que as outras pessoas possam achar dele.
É o mais incrível instrumento que você jamais vai possuir.
Dance.
Mesmo que não tenha aonde além de seu próprio quarto.
Leia as instruções, mesmo que não vá segui-las depois.
Não leia revistas de beleza. Elas só vão fazer você se achar feio.
Dedique-se a conhecer os seus pais.
É impossível prever quando eles terão ido embora, de vez.
Seja legal com seus irmãos. Eles são a melhor ponte com o seu passado
e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.
Entenda que amigos vão e vem, mas nunca abra mão de uns poucos e bons.
Esforce-se de verdade para diminuir as distâncias geográficas
e de estilos de vida, porque quanto mais velho você ficar,
mais você vai precisar das pessoas que conheceu quando jovem.
More uma vez em Nova York, mas vá embora antes de endurecer.
More uma vez no Havaí, mas se mande antes de amolecer.
Viaje.
Aceite certas verdades inescapáveis:
Os preços vão subir. Os políticos vão saracotear.
Você, também, vai envelhecer.
E quando isso acontecer, você vai fantasiar que quando era jovem,
os preços eram razoáveis, os políticos eram decentes,
e as crianças, respeitavam os mais velhos.
Respeite os mais velhos.
E não espere que ninguém segure a sua barra.
Talvez você arrume uma boa aposentadoria privada.
Talvez case com um bom partido.
Mas não esqueça que um dos dois pode de repente acabar.
Não mexa demais nos cabelos senão quando você chegar aos quarenta
vai aparentar oitenta e cinco.
Cuidado com os conselhos que comprar,
mas seja paciente com aqueles que os oferecem.
Conselho é uma forma de nostalgia.
Compartilhar conselhos é um jeito de pescar o passado do lixo, esfregá-lo,
repintar as partes feias e reciclar tudo por mais do que vale.
Mas no filtro solar, acredite!
Pedro Bial
Composição: Mary Schmich
Brother and sister
Together we'll make it through
Someday your spirit will take you
And Guide you there
I know you've been hurtin'
But I'll be waiting to be there for you
And I'll be there just helping you out
Whenever I can
Everybody's free...
Nunca deixem de usar filtro solar!
Se eu pudesse dar uma só dica sobre o futuro,seria esta: use filtro solar.Os benefícios a longo prazo do uso de filtro solar
estão provados e comprovados pela ciência;
já o resto de meus conselhos não tem outra base confiável além de minha própria experiência errante.
Mas agora eu vou compartilhar esses conselhos com vocês.
Aproveite bem, o máximo que puder, o poder e a beleza da juventude.
Ou, então, esquece... Você nunca vai entender mesmo o poder
e a beleza da juventude até que tenham se apagado.
Mas, pode crer, daqui a vinte anos, você vai evocar as suas fotos e
perceber de um jeito - que você nem desconfia hoje em dia
quantas tantas alternativas se lhe escancaravam à sua frente,
e como você realmente tava com tudo em cima.
Você não é tão gordo(a) quanto pensa!
Não se preocupe com o futuro.
Ou então preocupe-se, se quiser, mas saiba que pré-ocupação
é tão eficaz quanto mascar chiclete
para tentar resolver uma equação de álgebra.
As encrencas de verdade de sua vida tendem a vir de coisas que nunca
passaram pela sua cabeça preocupada, e te pegam no ponto fraco às quatro
da tarde de uma terça-feira modorrenta.
Todo dia enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.
Cante.
Não seja leviano com o coração dos outros.
Não ature gente de coração leviano.
Use fio dental.
Não perca tempo com inveja.
Às vezes se está por cima,
às vezes por baixo.
A peleja é longa e, no fim,
é só você contra você mesmo.
Não esqueça os elogios que receber.
Esqueça as ofensas.
Se conseguir isso, me ensine.
Guarde as antigas cartas de amor.
Jogue fora os extratos bancários velhos.
Estique-se.
Não se sinta culpado por não saber o que fazer da vida.
As pessoas mais interessantes que eu conheço não sabiam,
aos vinte e dois, o que queriam fazer da vida.
Alguns dos quarentões mais interessantes que conheço ainda não sabem.
Tome bastante cálcio.
Seja cuidadoso com os joelhos.
Você vai sentir falta deles.
Talvez você case, talvez não.
Talvez tenha filhos, talvez não.
Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante.
Faça o que fizer, não se auto-congratule demais, nem seja severo demais com você.
As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo.
É assim pra todo mundo.
Desfrute de seu corpo.
Use-o de toda maneira que puder. Mesmo.
Não tenha medo de seu corpo ou do que as outras pessoas possam achar dele.
É o mais incrível instrumento que você jamais vai possuir.
Dance.
Mesmo que não tenha aonde além de seu próprio quarto.
Leia as instruções, mesmo que não vá segui-las depois.
Não leia revistas de beleza. Elas só vão fazer você se achar feio.
Dedique-se a conhecer os seus pais.
É impossível prever quando eles terão ido embora, de vez.
Seja legal com seus irmãos. Eles são a melhor ponte com o seu passado
e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.
Entenda que amigos vão e vem, mas nunca abra mão de uns poucos e bons.
Esforce-se de verdade para diminuir as distâncias geográficas
e de estilos de vida, porque quanto mais velho você ficar,
mais você vai precisar das pessoas que conheceu quando jovem.
More uma vez em Nova York, mas vá embora antes de endurecer.
More uma vez no Havaí, mas se mande antes de amolecer.
Viaje.
Aceite certas verdades inescapáveis:
Os preços vão subir. Os políticos vão saracotear.
Você, também, vai envelhecer.
E quando isso acontecer, você vai fantasiar que quando era jovem,
os preços eram razoáveis, os políticos eram decentes,
e as crianças, respeitavam os mais velhos.
Respeite os mais velhos.
E não espere que ninguém segure a sua barra.
Talvez você arrume uma boa aposentadoria privada.
Talvez case com um bom partido.
Mas não esqueça que um dos dois pode de repente acabar.
Não mexa demais nos cabelos senão quando você chegar aos quarenta
vai aparentar oitenta e cinco.
Cuidado com os conselhos que comprar,
mas seja paciente com aqueles que os oferecem.
Conselho é uma forma de nostalgia.
Compartilhar conselhos é um jeito de pescar o passado do lixo, esfregá-lo,
repintar as partes feias e reciclar tudo por mais do que vale.
Mas no filtro solar, acredite!
26 de janeiro de 2010
before you accuse me
Hj me acusaram de estar apaixonado.
simples assim
vc se apaixonou e não tem tempo pra mais nada
ninguém quis ver minhas lágrimas brotando pelas madrugadas
caindo pelo caminho que cumpria
ninguém me deu alento depois da tempestade.
ninguém me ofereceu um sorriso
ninguém me deu tempo de ser mais do que isso
agora eu sorrio e
sou acusado de não ser mais triste,
como se meus poemas fossem perder a verdade por que
quero escrever que sorri tomando sorvete
queria um pouco mais de sinceridade
não se preocupe
minha maior paixão continua sendo...
simples assim
vc se apaixonou e não tem tempo pra mais nada
ninguém quis ver minhas lágrimas brotando pelas madrugadas
caindo pelo caminho que cumpria
ninguém me deu alento depois da tempestade.
ninguém me ofereceu um sorriso
ninguém me deu tempo de ser mais do que isso
agora eu sorrio e
sou acusado de não ser mais triste,
como se meus poemas fossem perder a verdade por que
quero escrever que sorri tomando sorvete
queria um pouco mais de sinceridade
não se preocupe
minha maior paixão continua sendo...
esse poema escrito por e.e. cummings me veio à mente no meio da madrugada enquanto eu escrevia os outros poemas. ah, nada como poder dizer o que se sente
nalgum lugar em que eu nunca estive,alegremente além
de qualquer experiência,teus olhos têm o seu silêncio:
no teu gesto mais frágil há coisas que me encerram,
ou que eu não ouso tocar porque estão demasiado perto
teu mais ligeiro olhar facilmente me descerra
embora eu tenha me fechado como dedos,nalgum lugar
me abres sempre pétala por pétala como a Primavera abre
(tocando sutilmente,misteriosamente)a sua primeira rosa
ou se quiseres me ver fechado,eu e
minha vida nos fecharemos belamente,de repente,
assim como o coração desta flor imagina
a neve cuidadosamente descendo em toda a parte;
nada que eu possa perceber neste universo iguala
o poder de tua imensa fragilidade:cuja textura
compele-me com a cor de seus continentes,
restituindo a morte e o sempre cada vez que respira
(não sei dizer o que há em ti que fecha
e abre;só uma parte de mim compreende que a
voz dos teus olhos é mais profunda que todas as rosas)
ninguém, nem mesmo a chuva,tem mãos tão pequenas
e.e. cummings
( tradução: Augusto de Campos )
nalgum lugar em que eu nunca estive,alegremente além
de qualquer experiência,teus olhos têm o seu silêncio:
no teu gesto mais frágil há coisas que me encerram,
ou que eu não ouso tocar porque estão demasiado perto
teu mais ligeiro olhar facilmente me descerra
embora eu tenha me fechado como dedos,nalgum lugar
me abres sempre pétala por pétala como a Primavera abre
(tocando sutilmente,misteriosamente)a sua primeira rosa
ou se quiseres me ver fechado,eu e
minha vida nos fecharemos belamente,de repente,
assim como o coração desta flor imagina
a neve cuidadosamente descendo em toda a parte;
nada que eu possa perceber neste universo iguala
o poder de tua imensa fragilidade:cuja textura
compele-me com a cor de seus continentes,
restituindo a morte e o sempre cada vez que respira
(não sei dizer o que há em ti que fecha
e abre;só uma parte de mim compreende que a
voz dos teus olhos é mais profunda que todas as rosas)
ninguém, nem mesmo a chuva,tem mãos tão pequenas
e.e. cummings
( tradução: Augusto de Campos )
"A CANTADA PERFEITA " Poemas que eu fiz para você #2
A CANTADA PERFEITA
Se o Shrek fosse um calango
vc me daria uma chance?
Se eu conseguisse não devanear
seu sorriso diria outra coisa?
Tantas perguntas em minha cabeça
e meu coração não bate direito
ele pulsa mais forte
quando seu olhar cruza com o meu.
As palavras me surgem como relâmpagos
na tempestade.
As minhas mãos querem as tuas,
querem suas costas
num abraço perfeito.
Não são os atropelos que você me causa
são momentos em que, calado,
consigo
ser calmo, ser firme.
Não importa que espirrem alto no bar
do outro lado da rua.
Eu em silêncio digo que te amo.
Se o Shrek fosse um calango
vc me daria uma chance?
Se eu conseguisse não devanear
seu sorriso diria outra coisa?
Tantas perguntas em minha cabeça
e meu coração não bate direito
ele pulsa mais forte
quando seu olhar cruza com o meu.
As palavras me surgem como relâmpagos
na tempestade.
As minhas mãos querem as tuas,
querem suas costas
num abraço perfeito.
Não são os atropelos que você me causa
são momentos em que, calado,
consigo
ser calmo, ser firme.
Não importa que espirrem alto no bar
do outro lado da rua.
Eu em silêncio digo que te amo.
Terei apenas 6 horas para sonhar com vc.
Terei apenas 6 horas para sonhar com vc.
Levanto as sete da manhã para ir ao inglês,
agora é quase uma,
mas tomei duas antes de vir.
Vou dormir e sonhar,
quando acordar
será bem melhor.
Levanto as sete da manhã para ir ao inglês,
agora é quase uma,
mas tomei duas antes de vir.
Vou dormir e sonhar,
quando acordar
será bem melhor.
Sim, eu penso muito nisso.
sim
eu penso muito nisso
é porque nas noites
há apenas silêncio e você em meu pensamento
e como eu amo os dois
escrevo poemas para que haja o registro
de que há um momento em que o corpo cala
e a alma berra
eu penso muito nisso
é porque nas noites
há apenas silêncio e você em meu pensamento
e como eu amo os dois
escrevo poemas para que haja o registro
de que há um momento em que o corpo cala
e a alma berra
Algumas coisas acontecem e outras não
Algumas coisas acontecem e outras não
Eu gostar de você é uma das que acontecem.
Aqui nesta sala vazia onde só um blues
me faz companhia
você caminha em minha mente e me deixa
calado,
brincando com o restinho de uísque do meu copo.
Mas o interessante é que mesmo estando aqui comigo
sei que está na sua casa tentando dormir.
Eu gostar de você é uma das que acontecem.
Aqui nesta sala vazia onde só um blues
me faz companhia
você caminha em minha mente e me deixa
calado,
brincando com o restinho de uísque do meu copo.
Mas o interessante é que mesmo estando aqui comigo
sei que está na sua casa tentando dormir.
Os poemas que eu fiz para você #2 (TBN)
Negar você é negar a poesia
isso não posso fazer
não quero mais silenciar madrugadas
calar o alvorecer.
É você que me provoca
é com você que sonho.
Ninguém retribui o amor
só podemos dar o tanto que temos
e em cada um cabe diferente
isso não posso fazer
não quero mais silenciar madrugadas
calar o alvorecer.
É você que me provoca
é com você que sonho.
Ninguém retribui o amor
só podemos dar o tanto que temos
e em cada um cabe diferente
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