Programa Talk:
No dia mundial do Rock.....TOCA RAAAAAUUUUULLLLLLLLL
Você sabe por que o dia 13/07 é o Dia Mundial do Rock????? Se não sabe, vai descobrir no próximo Talk Show!!!!
Amanhã (13/07), a partir das 21 Hs no site www.justtv.com.br , o Talk Show apresenta o Especial Rock Brasuca, com as presenças de Sylvio Passos (Raul Rock Club) e Paulo Mano, um dos maiores covers de Raul Seixas.
Muito papo sobre Raul Seixas, rock'n roll no Brasil e no mundo!!! E som ao vivo com Paulo Mano no violão e voz, e Sylvio Passos na gaita!!!!!
Para assistir e enviar suas dúvidas e comentários AO VIVO basta acessar www.justtv.com.br na próxima terça-feira, às 21 Hs.
Apresentação: Fernando Sanini / Celia Coev
Produção e Direção: Celia Coev
Co-Produção: Adriano Tardoque e Rose de Paulo
Saiba mais sobre o Talk Show em:
Wordpress - onde você encontrará comentários sobre os bastidores do programa e as promoções que estão rolando - http://programatalkshow.wordpress.com/
Site Oficial - EM BREVE, NOVO SITE NO AR!!!! AGUARDEM!!!
Página no YouTube - http://www.youtube.com/talkshownatv
Twitter - http://twitter.com/talkshownatv
Até amanhã!!!!
12 de julho de 2010
10 de julho de 2010
Oswaldo Mendes também fez por merecer....
(Fábio Dias, Oswaldo Mendes e eu)
Ontem fui ao lançamento do "Bendito Maldito" como já vinha alardeando há tempos. Oswaldo Mendes é um mestre e comprovou isso na simplicidade do trato e essa atitude é de quem sabe qual é seu papel na vida. Logo quando cheguei fomos apresentados por Enedina e ele me fez um convite sábio e salvador, "vamos fumar"? Pudemos assim ter uma convesa boa e animada que a todo instante era interrompida pelos "chegantes". Ficou a sensação que se tem quando estamos diante de um ótimo contador de histórias, fica a sensação de que o conhece desde sempre. O que dizer? O bom é que todos puderam ouvir boas histórias e comprar um bom livro. Indico porque li. Reunir velhos amigos, no mínimo inimigos íntimos, para uma noite daquelas, taqueopariu, tem de ter mais e eu sei que teremos. A própria ciração do Projeto Bela Ágora vem de encontro a isso. O que eu sei é que a BelasArtes ficou lotada de novo e isso é um sinal positivo da sede que a cidade tem de CULTURA e não só dos eventos capitaneados pela nau desbussolada de Aracelis e seus peraltas que, aliás, não tiveram nem a sensibilidade de comparecer, de enviar um bilhete, (se bem que não fez falta, mas fez feio). É o que eu digo, o que dá colocar borboleta pra caçar corcodilo. Tem que ter garra e respeito pelo o que faz e, sobretudo, com quem faz. Esse ar de que manda na cultura é errado. Vocês estão na secretaria de cultura por uma conveniência política e uma questão de escolha errada. Mas nós não, estamos aqui no palco há 20 anos e estaremos a vida toda. Não estou aqui pra esse abacaxi, vim porque a cachaça é boa.
Fica a dica do livro: "Bendito Maldito" - Biografia de Plínio Marcos escrita magistralmente e com sensibilidade por Oswaldo Mendes.
7 de julho de 2010
Morre no Rio o produtor e jornalista Ezequiel Neves, o 'descobridor' de Cazuza

RIO - Morreu no Rio, esta quarta-feira, o produtor musical e jornalista Ezequiel Neves, aos 74 anos. Ele estava internado desde janeiro na Clínica São Vicente, na Gávea. Incansável festeiro, sempre a mil por hora, Zeca, como era chamado pelos mais próximos, conviveu nos últimos cinco anos com um tumor benigno no cérebro, enfisema e cirrose.
"Descobridor" de Cazuza e produtor do Barão Vermelho, Zeca morreu exatamente na data de aniversário de 20 anos da morte de seu pupilo. Juntos eles escreveram clássicos como "Codinome beija-flor" e "Exagerado". Cazuza faleceu em decorrência da Aids, 7 de julho de 1990.
Com seu humor ferino, Ezequiel Neves - chamado no anos 70 de Zeca Jagger - fez "novo jornalismo" muito antes de o gênero ser reconhecido. E em quase duas décadas de atuação no setor, passando pela grande imprensa (revistas "Playboy" e "Pop" na Editora Abril, "Jornal da Tarde", de São Paulo) e pela alternativa (a edição pirata da "Rolling Stone", as revistas "Som Três" e "Música do Planeta Terra", o "Jornal da Música"), fez escola, inspirando dezenas de jovens a ingressarem no jornalismo cultural. Carreira que o próprio tratou de abandonar, trocando-a pela de produtor musical (e eventual letrista) a partir do início dos anos 1980, quando apostou no talento bruto do Barão Vermelho.
Foi devido à insistência de Ezequiel que João Araújo, então presidente da gravadora Som Livre, concordou em lançar o grupo que tinha como cantor e letrista seu filho, Cazuza, ao lado de Roberto Frejat (guitarra e composições), Guto Goffi (bateria), Dé Palmeira (baixo) e Maurício Barros (teclados).
Além de ter coproduzido os discos do Barão e os da carreira solo de Cazuza, foi o coautor de clássicos do rock brasileiro como "Por que a gente é assim?", "Codinome beija-flor" e "Exagerado". No período em que atuou como produtor da Som Livre, Ezequiel também trabalhou com ícones da MPB como Elizeth Cardoso e Cauby Peixoto. Ele ainda colaborou em programas musicais da Rede Globo e foi corroteirista do filme "Rio Babilônia", dirigido por Neville de Almeida, de quem era amigo desde a juventude, em Belo Horizonte.
Nascido em Belo Horizonte, em 30 de novembro de 1935, filho de um cientista, cedo ele se envolveu na vida cultural da capital mineira.
Entre 1956 e 58, Ezequiel publicou alguns desses contos na revista literária "Complemento", que coeditou junto ao escritor Silviano Santiago e o escritor Ivan Ângelo. Ele também frequentava assiduamente o Clube de Cinema; o Teatro Experimental, dirigido por Carlos Kroeber; e o grupo de dança de Klaus e Angel Vianna. Entre os jovens artistas e intelectuais de Belo Horizonte circulavam ainda o escritor Affonso Romano de Sant'Anna, os atores Jonas Bloch e Rodrigo Santiago e o hoje deputado federal Fernando Gabeira.
Graças ao teatro, em 1965, Ezequiel Neves trocou Belo Horizonte por São Paulo, após atuar com seu grupo mineiro numa montagem de "Sonhos de uma noite de verão", de Shakespeare. Em seguida, integrado ao elenco do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), traballhou com Cacilda Becker e participou de uma montagem de "Zoo story", de Edward Albee. Ainda em São Paulo, foi para o grupo de Antunes Filho, em "A megera domada", e, depois, atuou em "Julio Cesar" ao lado de Jardel Filho.
Apesar do talento para o teatro, a paixão pela música bateu mais alto. Em fins de 1960, o disco de estreia do grupo The Doors converteu-o ao rock - até então, ele só ouvia jazz, de Billie Holiday e Frank Sinatra a Miles Davis, e artistas brasileiros como Elizeth Cardoso e João Gilberto, paixões que a acompanharam até o fim - e, aos poucos, Ezequiel trocou o palco pelas redações, virando crítico de música do recém-criado "Jornal da Tarde" (então o veículo vespertino do "Estado de São Paulo"). Em entrevista ao GLOBO, ao completar 60 anos, Ezequiel Neves relembrou essa passagem:
- Tomei um ácido lisérgico e descobri que, se eu não conseguia ser eu mesmo, não tinha porquê tentar ser outros personagens. A experiência aconteceu em 1969, ainda tentei ficar no palco até 1970, quando fui para Londres fazer teatro. Foram três meses de desbunde. Na volta, ainda fiz "A última peça", de José Vicente. Um espetáculo totalmente anárquico, todo mundo fumava maconha e tomava ácido.
Em 1971, nova mudança. Ezequiel aceitou o convite de Luiz Carlos Maciel e veio para o Rio para coeditar a versão brasileira, e pirata (sem licença dos donos nos EUA) da revista "Rolling Stone", que durou um ano. Em seguida, ao lado de Ana Maria Bahiana e Tárik de Souza, criou a revista "Rock: A história e a glória" (que, em 1976, daria lugar ao "Jornal de Música"). É desse período os pseudônimos Zeca Jagger (homenagem ao seu maior ídolo, Mick Jagger, dos Rolling Stones), Zeca Zimmerman (este, o sobrenome de batismo de Bob Dylan) e Angela Dust.
Em 2008, Ezequiel Neves lançou, ao lado de Guto Goffi e o jornalista Rodrigo Pinto, o livro "Barão Vermelho - Por que a gente é assim?".

" Tomei um ácido lisérgico e descobri que, se eu não conseguia ser eu mesmo, não tinha porquê tentar ser outros personagens "
http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2010/07/07/morre-no-rio-produtor-jornalista-ezequiel-neves-descobridor-de-cazuza-917086125.asp
20 ANOS SEM CAZUZA

Hoje é um dia chato, desses dias que não podemos esquecer e nem deixar passar em branco. Hoje completa 20 anos da morte de CAZUZA. O Brasil ficou mais besta depois que ele se foi. Me lembro de uma frase do Ezequiel Nevez, amigo e produtor fonográfico, que afirma: "Tenho vontade de dar um murro na cara de Deus por ele ter levado o CAZUZA!". LONG LIVE CAJÚ. Prestando uma homenagem merecida conheçam mais do homem, da obra e do legado. http://www.cazuza.com.br/


para a Raquel (pelos bons tempos)
Seria bom se o todo
tivesse a perfeição dos teus seios.
A harmonia, a forma
do que não é demais.
É o tanto necessário para
o encanto, para me excitar.
Porque a perfeição caminha
de mãos dadas com o mistério?
O sol não nasceria de novo
se os visse,
pois seus seios são mais belos.
tivesse a perfeição dos teus seios.
A harmonia, a forma
do que não é demais.
É o tanto necessário para
o encanto, para me excitar.
Porque a perfeição caminha
de mãos dadas com o mistério?
O sol não nasceria de novo
se os visse,
pois seus seios são mais belos.
6 de julho de 2010
OSWALDO MENDES LANÇARÁ O LIVRO "BENDITO MALDITO" EM TUPÃ NO DIA 09 DE JULHO
Pouco antes de começar as férias eu havia comprado o livro "Bendito Maldito" que é uma biografia do ator e dramaturgo Plínio Marcos. O livro é de autoria do também ator e diretor Oswaldo Mendes, ele é irmão da Enedina Ramos que foi chefe da divisão de cultura de Tupã. Estive falando sobre o livro com Enedina na noite do primeiro sarau, Oswaldo me apresentou um Plínio Marcos completamente diferente do que eu supunha. Mostrou um homem com coragem e garra que, em momento algum, aceitou os termos do jogo de forma passiva. mostrou um pai e um companheiro leal. Li "Bendito maldito" em dois dias e me emocionei muito com as passagens da vida desse brasileiro que nunca foi vítima. O fim de sua vida, descrita por Oswaldo, me fez chorar. Fazia tempo que queria comprar o livro, mas tinha que ter um tempo bom para ler.
Bem agora vem o convite. Dia 09 de julho, sexta-feira próxima, Oswaldo estará em Tupã lançando e autografando o livro. O evento será na Livraria e Café BelasArtes (Rua Caingangs com Caetés - telefone para dúvidas (14) 3441-5919). É claro que lá estarei com meu volume. Parabéns ao Nelson e a equipe da BelasArtes, em pouco tempo eles veem cumprindo o mote adotado: "Aqui Cultura rima com lazer". Por isso sou fã desse lugar e indico na cara dura!!!
Bem agora vem o convite. Dia 09 de julho, sexta-feira próxima, Oswaldo estará em Tupã lançando e autografando o livro. O evento será na Livraria e Café BelasArtes (Rua Caingangs com Caetés - telefone para dúvidas (14) 3441-5919). É claro que lá estarei com meu volume. Parabéns ao Nelson e a equipe da BelasArtes, em pouco tempo eles veem cumprindo o mote adotado: "Aqui Cultura rima com lazer". Por isso sou fã desse lugar e indico na cara dura!!!
Aos amantes da Arte e da Democracia,
acontece lá e pode acontecer por aqui...
Os fatos da política cultural de Presidente Prudente estão no seguinte estágio:
A Câmara de Vereadores deste município aprovou a lei complementar que altera a composição do Conselho Municipal de Cultura (COMUC) sem torná-lo deliberativo.
Os vereadores não conseguiram estabelecer um diálogo entre o atual Conselho com o Secretário de Cultura que se recusou a ir Câmara, a mesma pessoa que convocou esses conselheiros para assumir suas funções em abril de 2009.
As tentativas do COMUC de dialogar com o poder executivo foram frustradas porque o Prefeito Tupã não tinha agenda para receber os conselheiros. Todas audiências foram canceladas até que os fatos se deflagraram.
A lei encaminhada possuía uma carta assinada pelo Prefeito Tupã que afirma que o COMUC esta desativado, mas as matérias de jornais, atas do conselho com as assinaturas dos membros da prefeitura participantes deste Conselho registram seu funcionamento.
Houve a construção de fatos inverídicos e que prejudicam os membros do COMUC que não teve sua legalização efetivada por procrastinação documental do próprio Secretário da Cultura que é o responsável pela constituição do mesmo Conselho que ele convocou. A falha que pertence ao poder executivo está sendo colocado na imprensa como sendo responsabilidade do COMUC.
O encaminhamento desse procedimento só pode ser feito pelo poder executivo e isso foi descoberto porque o atual COMUC fez dois encaminhamentos dessa alteração em dezembro de 2009 e janeiro de 2010 para a Câmara Municipal que nos informou não ser responsabilidade do COMUC.
As razões que fazem o poder executivo dar continuidade a esse processo brutal são desconhecidas, mas as ilações todas serão reveladas pelas atas, outros documentos e testemunhas que atestam por vários relatos a presença dessas pessoas.
Todo esse modo de encaminhar a discussão da política cultural da cidade faz colocar em suspeição todos os atos da atual gestão por dar aval a procedimentos truculentos e antidemocráticos com sérios danos políticos para o município.
O agravo dessa situação está se procedendo porque o Secretário de Cultura anunciou em jornais da cidade que ocorrerá um convite para ser formado um novo conselho.
Necessitamos que as pessoas divulguem essa comunicação e faça ser entendido que tais práticas ferem os membros do atual Conselho que foram induzidos a atuar formalmente e agora são declarados ilegais. Os nomes dessas pessoas foram usados e agora negligenciados e isso será verificado quando as autoridades legais tomarem conhecimento desses documentos e registros que comprovam que essas pessoas foram enganadas, caracterizando um desrespeito e colocando dúvidas sobre a sinceridade do poder executivo quando convoca a sociedade civil para participar da política do município.
Estamos solicitando a todos que se interessam pela cultura no município nos comunicar sua revolta para que conclamemos uma assembléia de pessoas e façamos um abaixo assinado repudiando esses encaminhamentos equivocados do poder executivo.
Indicamos a observação para os seguintes erros da parte do poder executivo:
· Todos os novos conselheiros adicionados são bem vindos e o atual conselho não vê nenhum problema se são demandas legítimas;
· Não tornar o conselho deliberativo irá exigir a aprovação de uma nova lei em decorrência da aprovação da PEC 150 que exige que todos conselhos municipais de cultura sejam deliberativos, no caso a cidade solicite verbas da união;
· Não reconhecer o próprio conselho que eles convocaram;
· Não ter legalizado o próprio conselho que criaram;
· Omitir essas informações para a Câmara de Vereadores e imprensa;
Antônio Sobreira e Fernando Ávila (Rosa dos Ventos)
Os fatos da política cultural de Presidente Prudente estão no seguinte estágio:
A Câmara de Vereadores deste município aprovou a lei complementar que altera a composição do Conselho Municipal de Cultura (COMUC) sem torná-lo deliberativo.
Os vereadores não conseguiram estabelecer um diálogo entre o atual Conselho com o Secretário de Cultura que se recusou a ir Câmara, a mesma pessoa que convocou esses conselheiros para assumir suas funções em abril de 2009.
As tentativas do COMUC de dialogar com o poder executivo foram frustradas porque o Prefeito Tupã não tinha agenda para receber os conselheiros. Todas audiências foram canceladas até que os fatos se deflagraram.
A lei encaminhada possuía uma carta assinada pelo Prefeito Tupã que afirma que o COMUC esta desativado, mas as matérias de jornais, atas do conselho com as assinaturas dos membros da prefeitura participantes deste Conselho registram seu funcionamento.
Houve a construção de fatos inverídicos e que prejudicam os membros do COMUC que não teve sua legalização efetivada por procrastinação documental do próprio Secretário da Cultura que é o responsável pela constituição do mesmo Conselho que ele convocou. A falha que pertence ao poder executivo está sendo colocado na imprensa como sendo responsabilidade do COMUC.
O encaminhamento desse procedimento só pode ser feito pelo poder executivo e isso foi descoberto porque o atual COMUC fez dois encaminhamentos dessa alteração em dezembro de 2009 e janeiro de 2010 para a Câmara Municipal que nos informou não ser responsabilidade do COMUC.
As razões que fazem o poder executivo dar continuidade a esse processo brutal são desconhecidas, mas as ilações todas serão reveladas pelas atas, outros documentos e testemunhas que atestam por vários relatos a presença dessas pessoas.
Todo esse modo de encaminhar a discussão da política cultural da cidade faz colocar em suspeição todos os atos da atual gestão por dar aval a procedimentos truculentos e antidemocráticos com sérios danos políticos para o município.
O agravo dessa situação está se procedendo porque o Secretário de Cultura anunciou em jornais da cidade que ocorrerá um convite para ser formado um novo conselho.
Necessitamos que as pessoas divulguem essa comunicação e faça ser entendido que tais práticas ferem os membros do atual Conselho que foram induzidos a atuar formalmente e agora são declarados ilegais. Os nomes dessas pessoas foram usados e agora negligenciados e isso será verificado quando as autoridades legais tomarem conhecimento desses documentos e registros que comprovam que essas pessoas foram enganadas, caracterizando um desrespeito e colocando dúvidas sobre a sinceridade do poder executivo quando convoca a sociedade civil para participar da política do município.
Estamos solicitando a todos que se interessam pela cultura no município nos comunicar sua revolta para que conclamemos uma assembléia de pessoas e façamos um abaixo assinado repudiando esses encaminhamentos equivocados do poder executivo.
Indicamos a observação para os seguintes erros da parte do poder executivo:
· Todos os novos conselheiros adicionados são bem vindos e o atual conselho não vê nenhum problema se são demandas legítimas;
· Não tornar o conselho deliberativo irá exigir a aprovação de uma nova lei em decorrência da aprovação da PEC 150 que exige que todos conselhos municipais de cultura sejam deliberativos, no caso a cidade solicite verbas da união;
· Não reconhecer o próprio conselho que eles convocaram;
· Não ter legalizado o próprio conselho que criaram;
· Omitir essas informações para a Câmara de Vereadores e imprensa;
Antônio Sobreira e Fernando Ávila (Rosa dos Ventos)
Nascerá o Dia!!!

o sol
deseja sentir os lábios da lua
sobre os dele
e sentir a língua dela com a sua
e criar um idioma novo
o que será que a lua deseja? vendo o sol com tanta sede e fome?
ha tempos guardei palavras e anseios
me conte do seu desejo,
não guarde as palavras,
deixe que o espaço receba nosso louco bailar
e nos amemos nessa colcha de estrelas
que espalhamos pelo chão do tempo.
ECLIPSE TOTAL
Até o final,
Corpos sedentos da vontade
Bocas sedentas do bailar das línguas,
Tua e minha.
achados
Procurando umas fotos do início de minha carreira teatral para poder usar na homenagem ao Bertazzoni encontrei uma porção de pequenos poemas anotados em folhas soltas... irá dar um trabalhão, mas creio que dá um material interessante. Quem sabe publico alguma coisa aqui?
3 de julho de 2010
39 anos sem Jim Morrison


Jim Morrison (nascido James Douglas Morrison; Melbourne, 8 de Dezembro de 1943 — Paris, 3 de Julho de 1971) foi um cantor, compositor e poeta norte-americano, vocalista da banda de rock The Doors. Foi o autor da maior parte das letras da banda.Jim Morrison era filho do almirante George Stephen Morrison e sua mulher Clara Clark Morrison, ambos funcionários da marinha americana. Seus pais eram conservadores e rigorosos, todavia Jim acabou por tomar para si pontos de vista completamente antagônicos aos que lhe foram ensinados. Ainda jovem, foi escoteiro.
De acordo com Morrison, um dos eventos mais importantes da sua vida aconteceu em 1947, então com quatro anos, durante uma viagem de família ao Novo México, que ele assim descreveu:
Aprimeira vez que descobri a morte… eu, os meus pais e os meus avós, íamos de automóvel no meio do deserto ao amanhecer. Um caminhão carregado de índios, tinha chocado com outra viatura e havia índios espalhados por toda a auto-estrada, sangrando. Eu era apenas um miúdo e fui obrigado a ficar dentro do automóvel enquanto os meus pais foram ver o que se passava. Não consegui ver nada – para mim era apenas tinta vermelha esquisita e pessoas deitadas no chão, mas sentia que alguma coisa se tinha passado, porque conseguia perceber a vibração das pessoas à minha volta, então de repente apercebi-me que elas não sabiam mais do que eu sobre o que tinha acontecido. Esta foi a primeira vez que senti medo… e eu penso que nessa altura as almas daqueles índios mortos – talvez de um ou dois deles – andavam a correr e aos pulos e vieram parar à minha alma, e eu, apenas como uma esponja, ali sentado a absorvê-las.[1]
Os pais de Morrison afirmaram que tal incidente nunca ocorreu. Morrison dizia que ele ficara tão perturbado pelo caso que os seus pais lhe diziam que tinha sido um pesadelo, para o acalmar. Em qualquer caso, tenha sido real ou imaginário, o incidente marcou-o profundamente, e ele fez repetidas referências nas suas canções, poemas e entrevistas, como por exemplo nas músicas "Peace Frog" e "Ghost Song".
Com seu pai servindo à marinha, sua família se mudava constantemente. Passou a maior parte da infância em San Diego, California, e, em 1958, entrou para a Alameda High School, em Alameda, embora tenha se formado na George Washington High School, em Alexandria, Virginia, em junho de 1961. Foi morar com os avós em Clearwater, Florida, onde tomou aulas no St. Petersburg Junior College. Em 1962, se transferiu para a Florida State University.
The Doors
Morrison tornou-se um descobridor, interessado em explorar novos caminhos e sensações diferentes, e seguiu uma vida boémia na Califórnia, frequentou a Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), formando-se no curso de cinema, deambulando por lá, dormindo em sofás telhados, andou por Venice, Los Angeles, devorando livros. Após a graduação pela UCLA, Morrison, após um encontro casual com o seu antigo colega Ray Manzarek, leu-lhe alguns poemas ( entre os quais o famoso "Moonlight Drive"), e ambos decidiram na hora fazer uma banda rock. Para completar a banda vieram mais dois membros juntar-se a eles, Robby Krieger e John Densmore, que Ray conhecia das suas aulas de meditação. O nome da banda – The Doors - foi inspirado no livro The Doors of Perception de Aldous Huxley, que o tinha ido buscar a um verso de um poema de William Blake, que dizia: If the doors of perception were cleansed, every thing would appear to man as it is, infinite. (Se as portas da percepção estiverem limpas/ Todas as coisas se apresentarão ao homem como são, infinitas)- The Marriage of Heaven and Hell. Morrison desenvolveu um estilo de cantar único e um estilo de poesia a tocar fortemente no misticismo.
Morrison adoptou a alcunha de "Mr. Mojo Risin'", um anagrama de "Jim Morrison" e que ele usou como refrão na música "LA Woman" no álbum com o mesmo nome e o último que gravou. Era também chamado de Lizard King retirado de um verso do seu famoso épico "The celebration of the Lizard", parte do qual foi gravado no álbum Waiting for the Sun, adaptado a musical nos anos 1990.
Ainda antes da formação dos Doors, Morrison começou a consumir várias drogas, a beber álcool em grandes quantidades e a entregar-se a diversos prazeres, aparecendo embriagado para as sessões de gravação (podendo ouvir-se soluços em "Five to one").

Apesar de nunca se ter sentido próximo da sua família, Morrison protegia os seus companheiros de banda. Aparentemente, uma vez disse a Ray Manzarek que nunca se sentia confortável num encontro social a não ser que ele ou outro membro do grupo estivesse com ele. Morrison recusou algumas oportunidades de carreira a solo.
Em Março de 1971, após todos os membros da banda terem decidido parar por algum tempo, Morrison mudou-se para Paris na companhia da sua namorada de sempre, Pamela Courson, com o propósito de se concentrar na escrita.
Morte

Túmulo de Jim Morrison no Cemitério do Père-Lachaise
Em Paris, morreu em 3 de Julho de 1971, na banheira, aos 27 anos de idade. Muitos fãs e biógrafos especularam sobre a causa da morte, se teria sido por overdose,pois embora Jim não fosse conhecido por consumir heroína, Pam fazia-o (morreu de overdose em 1973) e é sabido que nesse Verão correu Paris à procura de heroína de uma pureza invulgar. Outra hipótese seria um assassinato planejado pelas próprias autoridades do governo americano. Morrison foi referido como sendo o nº 4 a morrer misteriosamente, tendo sido os três primeiros Jimi Hendrix, Janis Joplin e Brian Jones (todos mortos com 27 anos) O relatório oficial diz que foi "ataque de coração" a causa da sua morte. Está sepultado no famoso cemitério do Père-Lachaise em Paris. Devido a actos de vandalismo de alguns fãs, por diversas vezes a associação de amigos do cemitério sugeriu que o corpo fosse transferido para outra necrópole.
(assim diz a lenda...)
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