Colegas, Professores, Senhora Coordenadora, Diretores da FAP.
A noite de hoje marca a ruptura de um ciclo. Deixaremos para trás toda e qualquer possibilidade de continuarmos sendo as mesmas pessoas que fomos. Ao colarmos grau nos tornaremos de direito professores, mesmo que alguns de nossos colegas já militem nessa área, será um recomeço para eles também. A turma de 2010 foi, sem dúvida alguma, detentora de um brilho especial e por vezes problemático. Como uma pessoa com vontade própria, todas essas cabeças que estão aqui formaram um organismo novo e que, na adolescência, teve seus problemas. Marcamos com essa cerimônia a nossa entrada na vida adulta desse organismo. Hora em que nos permitimos rir dos erros, aceitarem as diferenças e dividir as responsabilidades que carregamos em nossas sacolinhas. Aprendemos com nossos professores a ir além, humanizaram o mestre trazendo amizade e companheirismo. Todos eles, independente do tempo que tiveram ao nosso lado, são co-responsáveis por nossos risos e lágrimas essa noite. A todos estendo o agradecimento em nome desses alunos que se formam hoje.
Este foi um dos textos mais difíceis que escrevi em dezenove anos, mais difícil até do que a prova do Márcio sobre Macunaíma. Gostaria de ressaltar essas três figuras que hora são homenageados
Aprendemos com vocês, professores, muito mais do que simplesmente a matéria dada. Conhecemos seres humanos que nos encantaram e conquistaram para além de nossa Curta passagem por essa faculdade. Levaremos essa amizade sempre em nossos corações. A vocês todos que nos ajudaram deixamos o nosso agradecimento. Em especial a essa mulher que nos emociona com sua força e candura. Essa mãe que se renova em menina sapeca, que saltita em sala para explicar o que, em princípio parece tão difícil. Mas ela sorri como uma criança que acaba de montar um quebra cabeças e diz “Não é legal?”. Professora Mestre Andréa Scavassa Vechia Nogueira, que Deus continue colocando um caminho florido diante de você. Que suas bênçãos a alcancem em cada manhã e cada anoitecer. E que essa nova vida que você gera, traga mais e mais alegria, mais sorriso em seus lábios e brilho em seu olhar. Pelo carinho sincero o nosso muito obrigado.
Brincamos muito com a nossa patronesse, essa viajante de distâncias incalculáveis. Essa mulher que é tão próxima da meninice. Professora Meste Livia Maria Turra Bassetti. Confesso que sempre pensei muito em você, ainda mais com a aproximação das provas de latim. Magistra,. Non omnia quae vera sunt recte dixeris (Nem todas as verdades se dizem). Obrigado pela paciência e por todo o auxílio que também nos prestou.
Ele é visto como um jovem de língua ferina, de rompantes e alegrias. Professor Eder Adriano Pereira. Você nos instigou o pensamento e a ação. Sempre travamos discussões em sala sobre o pensamento humano e sobre o que escondemos abaixo dessa camada tão fina que milênios de cultura formaram. Com você rompemos as barreiras e aprendemos que tudo é possível. É como disse aquele médico austríaco que você tanto admira “O sonho é a satisfação de que o desejo se realize”. Deixo também o recado de que, nem todo baiano vira mulher ao meio-dia. Por ter permitido que nós enchêssemos as nossas sacolinhas nós o escolhemos como nosso paraninfo e lhe agradecemos.
A essa instituição que nos acolheu. Deixo os mais sinceros agradecimentos e respeito. Aqui aprendemos que não há nada melhor do que realizar com sua própria força sem ter que esperar auxílio. Aos amigos que fizemos, muito obrigado por partilharem esse caminho conosco. No fim sentiremos saudade de tudo, ou da grande maioria do que vivemos aqui. Para terminar gostaria de ler um dos trechos finais da autobiografia de Charlie Chaplin, um dos maiores atores, bailarinos, musicista e diretor de cinema. Se estivesse vivo, o doce vagabundo completaria 122 anos esse mês.
“Devo agora terminar essa minha odisséia. Reconheço que o tempo e as circunstâncias me têm favorecido. O mundo cumulou-me de afeições, inspirei amor e também ódio. Deu-me a vida o que havia de melhor e um pouco do pior. Quaisquer que tenham sido as minhas vicissitudes, creio que a ventura e a desventura são filhas do acaso, pairando como uma nuvem sobre o nosso destino. Com essa compreensão, nunca me abalam demais as coisas ruins que me acontecem e sou agradavelmente surpreendido pelo que vem de bom. Não sigo um roteiro de existência, nenhum filosofia... Sábios ou tolos, temos todos que batalhar com a vida. Oscilo em meio de contradições: exasperam-me às vezes fatos mínimos e catástrofes poderão deixar-me indiferente. Contudo, a minha vida é hoje mais apaixonante do que nunca. “
Charles Chaplin
Eduardo R. Duran
30 de abril de 2011
15 de abril de 2011
O DRAMA DOS PONTOS DE CULTURA!
Secretaria da Cultura de São Paulo: MinC omite verdade sobre pontos de cultura.
31/03/2011
A Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo publicou hoje um comunicado no qual desmente ou corrije informações divulgadas pelo Ministério da Cultura no dia 29, a respeito do acerto do repasse de recursos atrasados dos 300 pontos de cultura mantidos em convênio pelo governo federal e estadual. Trata-se de um debate sobre a segunda parcela do MinC no convênio, que é de R$ 12 millhões, deveria ter sido paga em dezembro de 2009, e começa a ser acertada agora. Veja o texto:
Pontos de Cultura - Ministério da Cultura omite a verdade
Pelo presente, a Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo responde à nota “Pontos de Cultura paulistas”, colocada no site do Ministério da Cultura.
Texto do MinC: “Hoje (29), a situação do convênio dos Pontos de Cultura de São Paulo (MinC e governo do Estado) foi regularizada, após a retomada da adimplência do Governo de São Paulo junto ao Cadastro Único de Convênios – CAUC.
A utilização de dados cruzados de diversos bancos de dados pelo sistema pode levar a inadimplências momentâneas. A situação não se relacionava ao convênio em vigor. Como o cadastro é unificado, se um convênio está com problemas, todos os outros são paralisados até que a situação seja normalizada.”
Resposta da SEC: O Ministério da Cultura nos comunicou sobre a pendência do Estado no CAUC em 18 de março. Alguns dias depois, simplesmente informou que não havia mais tal pendência. Não chegamos a constatar a pendência por aqui e as certidões de regularidade fiscal do Estado estavam em dia.
Texto do MinC: “Plano de trabalho - Outra razão para o atraso na transferência dos valores de convênio foi a alteração no número da conta bancária constante do Plano de Trabalho do convenente, o que levou a alterações no SIAFI (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal).”
Resposta da SEC: Nosso comunicado sobre a alteração da conta bancária foi feito ao Ministério em fevereiro de 2010. A partir daí, informamos repetidas vezes e de diferentes formas sobre a alteração. Inclusive a nossa prestação de contas, referente à 1º parcela recebida do Governo Federal, apresentou 300 ofícios, 300 comprovantes de transferência bancária e extratos com a informação da nova conta. A prestação de contas foi enviada ao MinC e aprovada, por isso supomos que tenha sido analisada para a liberação da 2º parcela, que está em pauta neste momento.
Mesmo com toda esta documentação enviada ao Ministério, a orientação de que era necessário solicitar a alteração da conta (e não somente informar) somente nos foi dada em fevereiro de 2011. Cabe ressaltar que o Concedente, portanto a União, tem como uma de suas atribuições orientar o Convenente, o Estado, sobre a execução do Convênio. Apesar de termos informado sobre a alteração no início de 2010, somente fomos orientados da necessidade do envio de uma solicitação de alteração em fevereiro de 2011.
Observamos também que após a orientação e a nossa solicitação formal de alteração da conta já se passaram quase dois meses e o Governo Federal ainda não conseguiu regularizar a situação junto ao seu sistema de controle/pagamento.
Texto do MinC: “Atualmente, o Estado de São Paulo encaminha alteração do mesmo Plano de Trabalho junto ao Sistema Integrado de Convênios do Governo Federal (SINCONV), onde detalha o novo cronograma de desembolso, prevendo a transferência de R$ 3 milhões ainda em março, e mais nove parcelas mensais de R$ 1 milhão.”
Resposta da SEC: O SICONV é o Portal de Convênios criado e administrado pelo Governo Federal. O pagamento da 2º parcela por parte do Governo Federal não aconteceu no prazo correto, dezembro de 2009, por isso foi feita uma proposta de pagamento parcelado ao longo do ano de 2011. Mesmo o SICONV sendo um sistema do Governo Federal e a nova proposta ter partido do Governo Federal, foi solicitado a esta Secretaria que inserisse a proposta no SICONV.
Mesmo não vendo sentido nesta solicitação, em virtude do grande atraso que enfrentamos, não fizemos objeção e entramos no sistema para solicitar que o Ministério aprovasse uma proposta feita por eles mesmos. Nós cadastramos a proposta e enviamos para análise, como se nós pedíssemos para o MinC não pagar no ano correto, mas sim no ano seguinte e de forma parcelada.
Tivemos uma série de dificuldades com o sistema e seguíamos as orientações dadas pelos servidores do Ministério. Em determinado momento, não era possível dar continuidade aos trâmites, ninguém conseguia solucionar o impasse junto ao SICONV, inclusive o próprio Ministério. Horas depois, um dos servidores decidiu cadastrar a proposta diretamente, o que antes segundo o MinC não era possível fazer.
Texto do MinC: “A proposta do MinC seria um repasse de R$ 1,7 milhão em março, R$ 1,3 milhão em abril, mais oito parcelas mensais de R$ 1 milhão – a partir de proposta apresentada por Pontos de Cultura paulistas em reunião no dia 22 de março.
Contudo, o Estado preferiu manter acordo estabelecido em reunião com o Chefe da Representação de São Paulo do MinC (RRSP/MinC), Tadeu de Pietro, e Eduardo Chaves Ballarin (DGE/MinC), em São Paulo.”
Resposta da SEC: A proposta do MinC em reunião presencial nesta Secretaria foi de repassar R$3 milhões em março e o restante dividido em parcelas de R$1 milhão até dezembro de 2011. A proposta foi apresentada aos Pontos de Cultura do Estado e aceita.
O Estado de SP somente acatou uma proposta feita pelo MinC e aceita pelos Pontos de Cultura. Na ocasião, deixamos claro que aceitaríamos a decisão dos Pontos, seja ela qual fosse. A decisão foi aceitar o parcelamento ao longo do ano todo.
Na sequência, o MinC nos enviou uma Minuta de Aditivo ao Convênio. A Minuta estava totalmente errada, cabendo ao Ministério repassar ao Estado 2 parcelas de R$12 milhões e cabendo ao Estado dar como contrapartida 4 parcelas de R$6 milhões. (Segundo o Convênio, a União se compromete a repassar ao Estado 3 parcelas de R$12 milhões e ao Estado cabe, como contrapartida, 3 parcelas de R$6 milhões. De acordo com a 1º Minuta, o MinC não faria um dos repasses e a SEC faria um a mais.
Passado um tempo de discussão, o Ministério enviou nova Minuta, desta vez correta. Imediatamente encaminhamos o documento para análise da nossa Consultoria Jurídica. Conseguimos aprovar o documento internamente em curto prazo. Enviamos o Aditivo assinado ao Ministério, que levou um tempo para encontrá-lo junto ao seu protocolo.
Dias depois, nos foi informado que o repasse se daria de forma diferente: R$3 milhões em março, R$1,7 mi em abril, R$1,3 mi em maio e o restante em parcelas de R$1 milhão até novembro. (A nota no site do Ministério não está correta, reparem que no mês de março não consta R$3 milhões, mas sim R$1,7 mi. Segundo a nota, a soma das parcelas totaliza R$11 milhões e não R$12 milhões que é o correto.).
Ou seja, o Aditivo ao Convênio que havia acabado de ser assinado não tinha mais validade.
O Ministério fez a proposta, redigiu o Aditivo e alguns dias depois, após assinado e publicado tal Aditivo, nos informa que a proposta foi modificada. A proposta não se manteve vigente ao menos por um mês. Solicitamos ao MinC que formalizasse a nova proposta. Um novo acordo implicaria em novo Aditamento, que teria que passar novamente pela Consultoria Jurídica do Ministério e posteriormente pela da SEC, o que levaria 30 dias adicionais. No entanto, a formalização não aconteceu; o Ministério entrou em contato conosco informando que valeria o Aditivo assinado inicialmente.
Texto do MinC: “Acertadas as pendências, o prazo para o depósito bancário deve ser de 48 horas.”
Resposta da SEC: Agora nós perguntamos quais são as pendências atuais e o porquê de tamanha demora para realizar trâmites internos. Observamos que a regularização da conta e do SICONV poderiam ter sido feitas paralelamente à assinatura do Aditivo, mas não foi assim que aconteceu. A cada passo concluído por nós, o Ministério apresentava uma nova tarefa. Em momento algum, foram apresentados os trâmites necessários de uma única vez.
Todo este relato pode ser comprovado através de ofícios e e-mails enviados ao Ministério da Cultura. Reforçamos nosso compromisso com a Rede de Pontos de Cultura do Estado de São Paulo e nos responsabilizamos mais uma vez por repassar o recurso aos Pontos de Cultura em até 15 dias após o recebimento do recurso Federal.
Fonte: Assessoria de Imprensa Secretaria de Estado da Cultura
Data: 31/03/2011
31/03/2011
A Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo publicou hoje um comunicado no qual desmente ou corrije informações divulgadas pelo Ministério da Cultura no dia 29, a respeito do acerto do repasse de recursos atrasados dos 300 pontos de cultura mantidos em convênio pelo governo federal e estadual. Trata-se de um debate sobre a segunda parcela do MinC no convênio, que é de R$ 12 millhões, deveria ter sido paga em dezembro de 2009, e começa a ser acertada agora. Veja o texto:
Pontos de Cultura - Ministério da Cultura omite a verdade
Pelo presente, a Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo responde à nota “Pontos de Cultura paulistas”, colocada no site do Ministério da Cultura.
Texto do MinC: “Hoje (29), a situação do convênio dos Pontos de Cultura de São Paulo (MinC e governo do Estado) foi regularizada, após a retomada da adimplência do Governo de São Paulo junto ao Cadastro Único de Convênios – CAUC.
A utilização de dados cruzados de diversos bancos de dados pelo sistema pode levar a inadimplências momentâneas. A situação não se relacionava ao convênio em vigor. Como o cadastro é unificado, se um convênio está com problemas, todos os outros são paralisados até que a situação seja normalizada.”
Resposta da SEC: O Ministério da Cultura nos comunicou sobre a pendência do Estado no CAUC em 18 de março. Alguns dias depois, simplesmente informou que não havia mais tal pendência. Não chegamos a constatar a pendência por aqui e as certidões de regularidade fiscal do Estado estavam em dia.
Texto do MinC: “Plano de trabalho - Outra razão para o atraso na transferência dos valores de convênio foi a alteração no número da conta bancária constante do Plano de Trabalho do convenente, o que levou a alterações no SIAFI (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal).”
Resposta da SEC: Nosso comunicado sobre a alteração da conta bancária foi feito ao Ministério em fevereiro de 2010. A partir daí, informamos repetidas vezes e de diferentes formas sobre a alteração. Inclusive a nossa prestação de contas, referente à 1º parcela recebida do Governo Federal, apresentou 300 ofícios, 300 comprovantes de transferência bancária e extratos com a informação da nova conta. A prestação de contas foi enviada ao MinC e aprovada, por isso supomos que tenha sido analisada para a liberação da 2º parcela, que está em pauta neste momento.
Mesmo com toda esta documentação enviada ao Ministério, a orientação de que era necessário solicitar a alteração da conta (e não somente informar) somente nos foi dada em fevereiro de 2011. Cabe ressaltar que o Concedente, portanto a União, tem como uma de suas atribuições orientar o Convenente, o Estado, sobre a execução do Convênio. Apesar de termos informado sobre a alteração no início de 2010, somente fomos orientados da necessidade do envio de uma solicitação de alteração em fevereiro de 2011.
Observamos também que após a orientação e a nossa solicitação formal de alteração da conta já se passaram quase dois meses e o Governo Federal ainda não conseguiu regularizar a situação junto ao seu sistema de controle/pagamento.
Texto do MinC: “Atualmente, o Estado de São Paulo encaminha alteração do mesmo Plano de Trabalho junto ao Sistema Integrado de Convênios do Governo Federal (SINCONV), onde detalha o novo cronograma de desembolso, prevendo a transferência de R$ 3 milhões ainda em março, e mais nove parcelas mensais de R$ 1 milhão.”
Resposta da SEC: O SICONV é o Portal de Convênios criado e administrado pelo Governo Federal. O pagamento da 2º parcela por parte do Governo Federal não aconteceu no prazo correto, dezembro de 2009, por isso foi feita uma proposta de pagamento parcelado ao longo do ano de 2011. Mesmo o SICONV sendo um sistema do Governo Federal e a nova proposta ter partido do Governo Federal, foi solicitado a esta Secretaria que inserisse a proposta no SICONV.
Mesmo não vendo sentido nesta solicitação, em virtude do grande atraso que enfrentamos, não fizemos objeção e entramos no sistema para solicitar que o Ministério aprovasse uma proposta feita por eles mesmos. Nós cadastramos a proposta e enviamos para análise, como se nós pedíssemos para o MinC não pagar no ano correto, mas sim no ano seguinte e de forma parcelada.
Tivemos uma série de dificuldades com o sistema e seguíamos as orientações dadas pelos servidores do Ministério. Em determinado momento, não era possível dar continuidade aos trâmites, ninguém conseguia solucionar o impasse junto ao SICONV, inclusive o próprio Ministério. Horas depois, um dos servidores decidiu cadastrar a proposta diretamente, o que antes segundo o MinC não era possível fazer.
Texto do MinC: “A proposta do MinC seria um repasse de R$ 1,7 milhão em março, R$ 1,3 milhão em abril, mais oito parcelas mensais de R$ 1 milhão – a partir de proposta apresentada por Pontos de Cultura paulistas em reunião no dia 22 de março.
Contudo, o Estado preferiu manter acordo estabelecido em reunião com o Chefe da Representação de São Paulo do MinC (RRSP/MinC), Tadeu de Pietro, e Eduardo Chaves Ballarin (DGE/MinC), em São Paulo.”
Resposta da SEC: A proposta do MinC em reunião presencial nesta Secretaria foi de repassar R$3 milhões em março e o restante dividido em parcelas de R$1 milhão até dezembro de 2011. A proposta foi apresentada aos Pontos de Cultura do Estado e aceita.
O Estado de SP somente acatou uma proposta feita pelo MinC e aceita pelos Pontos de Cultura. Na ocasião, deixamos claro que aceitaríamos a decisão dos Pontos, seja ela qual fosse. A decisão foi aceitar o parcelamento ao longo do ano todo.
Na sequência, o MinC nos enviou uma Minuta de Aditivo ao Convênio. A Minuta estava totalmente errada, cabendo ao Ministério repassar ao Estado 2 parcelas de R$12 milhões e cabendo ao Estado dar como contrapartida 4 parcelas de R$6 milhões. (Segundo o Convênio, a União se compromete a repassar ao Estado 3 parcelas de R$12 milhões e ao Estado cabe, como contrapartida, 3 parcelas de R$6 milhões. De acordo com a 1º Minuta, o MinC não faria um dos repasses e a SEC faria um a mais.
Passado um tempo de discussão, o Ministério enviou nova Minuta, desta vez correta. Imediatamente encaminhamos o documento para análise da nossa Consultoria Jurídica. Conseguimos aprovar o documento internamente em curto prazo. Enviamos o Aditivo assinado ao Ministério, que levou um tempo para encontrá-lo junto ao seu protocolo.
Dias depois, nos foi informado que o repasse se daria de forma diferente: R$3 milhões em março, R$1,7 mi em abril, R$1,3 mi em maio e o restante em parcelas de R$1 milhão até novembro. (A nota no site do Ministério não está correta, reparem que no mês de março não consta R$3 milhões, mas sim R$1,7 mi. Segundo a nota, a soma das parcelas totaliza R$11 milhões e não R$12 milhões que é o correto.).
Ou seja, o Aditivo ao Convênio que havia acabado de ser assinado não tinha mais validade.
O Ministério fez a proposta, redigiu o Aditivo e alguns dias depois, após assinado e publicado tal Aditivo, nos informa que a proposta foi modificada. A proposta não se manteve vigente ao menos por um mês. Solicitamos ao MinC que formalizasse a nova proposta. Um novo acordo implicaria em novo Aditamento, que teria que passar novamente pela Consultoria Jurídica do Ministério e posteriormente pela da SEC, o que levaria 30 dias adicionais. No entanto, a formalização não aconteceu; o Ministério entrou em contato conosco informando que valeria o Aditivo assinado inicialmente.
Texto do MinC: “Acertadas as pendências, o prazo para o depósito bancário deve ser de 48 horas.”
Resposta da SEC: Agora nós perguntamos quais são as pendências atuais e o porquê de tamanha demora para realizar trâmites internos. Observamos que a regularização da conta e do SICONV poderiam ter sido feitas paralelamente à assinatura do Aditivo, mas não foi assim que aconteceu. A cada passo concluído por nós, o Ministério apresentava uma nova tarefa. Em momento algum, foram apresentados os trâmites necessários de uma única vez.
Todo este relato pode ser comprovado através de ofícios e e-mails enviados ao Ministério da Cultura. Reforçamos nosso compromisso com a Rede de Pontos de Cultura do Estado de São Paulo e nos responsabilizamos mais uma vez por repassar o recurso aos Pontos de Cultura em até 15 dias após o recebimento do recurso Federal.
Fonte: Assessoria de Imprensa Secretaria de Estado da Cultura
Data: 31/03/2011
14 de abril de 2011
17 de março de 2011
12 de março de 2011
3 de março de 2011
Viúva do escritor Guimarães Rosa morre em SP
Morte de Aracy Carvalho Guimarães Rosa foi por causas naturais.
Ela estava internada no Hospital Albert Einstein e tinha 102 anos.
Morreu nesta quinta-feira (3), aos 102 anos de idade, Aracy Carvalho Guimarães Rosa, viúva do escritor Guimarães Rosa, autor de Grande Sertão: Veredas. Aracy estava internada no Hospital Albert Einstein, onde morreu às 5h30, de causas naturais. O marido dela já tinha morrido no ano de 1967.
Ela estava internada no Hospital Albert Einstein e tinha 102 anos.
Morreu nesta quinta-feira (3), aos 102 anos de idade, Aracy Carvalho Guimarães Rosa, viúva do escritor Guimarães Rosa, autor de Grande Sertão: Veredas. Aracy estava internada no Hospital Albert Einstein, onde morreu às 5h30, de causas naturais. O marido dela já tinha morrido no ano de 1967.
Marco Lucchesi é o novo membro da Academia Brasileira de Letras
A Academia Brasileira de Letras (ABL) elegeu, nesta quinta-feira (3), o professor, ensaísta e poeta carioca Marco Lucchesi para a Cadeira Número 15 da instituição. Com 47 anos, Lucchesi, que passou a ser o integrante mais jovem da ABL, substitui o Padre Fernando Bastos de Ávila, falecido em 6 de novembro do ano passado.
O poeta recebeu 34 dos 38 votos possíveis (tendo sido três abstenções e um voto em branco). Compareceram à sessão 26 acadêmicos, 9 dos quais votarem presencialmente. Houve 27 votos por carta.
“A chegada do escritor Marco Lucchesi constitui uma contribuição das mais valiosas para o quadro da Academia. Jovem e brilhante, certamente será de muita valia para os projetos e propostas que nossa Casa deseja implementar nos próximos anos”, afirmou em comunicado o Presidente da ABL, Marcos Vinicios Vilaça.
Formado em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), doutor em Ciência da Literatura pela UFRJ e pós-doutor em filosofia da Renascença na Universidade de Colônia, na Alemanha, Lucchesi tem, entre suas publicações, os livros "Meridiano celeste & bestiário", premiado com o Prêmio Alphonsus de Guimarães 2006 da Biblioteca Nacional e finalista do Prêmio Jabuti 2007; "Sphera", que recebeu Menção Honrosa do Prêmio Jabuti 2004, além do Prêmio UBE de Poesia Da Costa e Silva 2004; "Os olhos do deserto"; "Saudades do paraíso" e "O sorriso do caos".
Também teve algumas de suas obras publicadas em italiano, como "Poesie" e "La gioia del dolor".
A Cadeira Número 15 tem como patrono o poeta e teatrólogo Gonçalves Dias e seu primeiro ocupante foi Olavo Bilac. Além de Bilac e do Padre Ávila, ocuparam a Cadeira Amadeu Amaral (1875-1929); Guilherme de Almeida (1890-1969); Odylo Costa, filho (1914-1969); e Dom Marcos Barbosa (1915-1997).
publicado em http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2011/03/marco-lucchesi-e-o-novo-membro-da-academia-brasileira-de-letras.html
O poeta recebeu 34 dos 38 votos possíveis (tendo sido três abstenções e um voto em branco). Compareceram à sessão 26 acadêmicos, 9 dos quais votarem presencialmente. Houve 27 votos por carta.
“A chegada do escritor Marco Lucchesi constitui uma contribuição das mais valiosas para o quadro da Academia. Jovem e brilhante, certamente será de muita valia para os projetos e propostas que nossa Casa deseja implementar nos próximos anos”, afirmou em comunicado o Presidente da ABL, Marcos Vinicios Vilaça.
Formado em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), doutor em Ciência da Literatura pela UFRJ e pós-doutor em filosofia da Renascença na Universidade de Colônia, na Alemanha, Lucchesi tem, entre suas publicações, os livros "Meridiano celeste & bestiário", premiado com o Prêmio Alphonsus de Guimarães 2006 da Biblioteca Nacional e finalista do Prêmio Jabuti 2007; "Sphera", que recebeu Menção Honrosa do Prêmio Jabuti 2004, além do Prêmio UBE de Poesia Da Costa e Silva 2004; "Os olhos do deserto"; "Saudades do paraíso" e "O sorriso do caos".
Também teve algumas de suas obras publicadas em italiano, como "Poesie" e "La gioia del dolor".
A Cadeira Número 15 tem como patrono o poeta e teatrólogo Gonçalves Dias e seu primeiro ocupante foi Olavo Bilac. Além de Bilac e do Padre Ávila, ocuparam a Cadeira Amadeu Amaral (1875-1929); Guilherme de Almeida (1890-1969); Odylo Costa, filho (1914-1969); e Dom Marcos Barbosa (1915-1997).
publicado em http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2011/03/marco-lucchesi-e-o-novo-membro-da-academia-brasileira-de-letras.html
28 de fevereiro de 2011
Para Lucimara Iliria

Essa mulher que
Vive no corpo de menina
É um pedaço do tempo
Que segue seu rumo
Lento e constante.
Botão que desabrocha
O talento
De flor
Em que se transmuta
A menina que
Ainda usa aparelho
E chamo de querida
Tri querida.
Brinca na corda bamba da vida
Aproveita o palco
Que te aceita
Fresca risada
Numa escandalosa tarde.
LUz aCIma do MAR Azul
Fique do meu lado
E deixe que o teu tempo
Abençoe meus poemas
Com gotas de sonhos bons.
27 de fevereiro de 2011
MORRE MOACYR SCLIAR

O escritor gaúcho Moacyr Scliar, 73 anos, morreu na madrugada deste domingo (27) no Hospital de Clínicas em Porto Alegre, por falência múltipla de órgãos devido às consequências de um acidente vascular cerebral (AVC).
Scliar havia sofrido um AVC na madrugada de 16 de janeiro enquanto se recuperava de uma cirurgia no intestino. De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, o escritor morreu à 1h, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ele deve ser velado neste domingo na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, a partir das 14h. O sepultamento será na segunda-feira (28), em cerimônia reservada a familiares e amigos.
Moacyr Jaime Scliar nasceu em 23 de março de 1937, em Porto Alegre. Era casado com Judith, com quem teve um filho, Roberto. Seus pais, José e Sara Scliar, oriundos da Bessarábia (Rússia), chegaram ao Brasil em 1904. Formado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, era especialista em Saúde Pública e Doutor em Ciências pela Escola Nacional de Saúde Pública, tendo exercido a profissão junto ao Serviço de Assistência Médica Domiciliar e de Urgência.
Seu primeiro livro, publicado em 1962, foi "Histórias de médico em formação", contos baseados em sua experiência como estudante. Em 1968, publicou "O carnaval dos animais", de contos, que considerava de fato sua primeira obra.
Publicou mais de 70 livros de diversos gêneros literários – entre eles, os romances “O Exército de um homem só”, “A estranha nação de Rafael Mendes” e “O centauro no jardim” – e teve textos adaptados para cinema, televisão, rádio e teatro, inclusive no exterior. Era colaborador dos jornais Zero Hora e Folha de S. Paulo. Desde 2003, era membro da Academia Brasileira de Letras (ABL). Scliar ganhou três vezes o Prêmio Jabuti – a mais recente, em 2009, com o romance “Manual da paixão solitária”.
17 de fevereiro de 2011
dica literária
Hoje quero indicar um livro de um escritor de língua espanhola. Irmão da minha querida Guismo Sol. Li o seu primeiro livro quando ainda morava em Salvador e a história ainda está em mim. Muito boa sua escrita e a forma em que descreve suas personagens.

Ecos revolucionarios
Luchadores sociales, Uruguay, 1968-1973
Barcelona, 2003
nóos editorial
Rodrigo Vescovi Parrilla
570 págs.
En la "Soli 314" os presentábamos la novela "Ladrones de la infancia", anunciándoos en aquella ocasión la reseña de la obra que hoy os presentamos: "Ecos revolucionarios, Luchadores sociales, Uruguay, 1968-1973". Escrita por este joven historiador uruguayo afincado en Barcelona, es quizá el trabajo más exhaustivo ya no sólo de su trayectoria personal, sino de la historia contemporánea uruguaya en lo concerniente a las luchas sociales acaecidas durante esos años. De ahí la buena acogida que está teniendo en aquél país.
"Si con la lectura de esta obra se ha reflexionado, llorado, reído, temido, gozado, sufrido, amado, soñado, odiado, luchado y aprendido, el objetivo estará cumplido. Se habrá vivenciado una parte importante de lo que hicieron y sintieron los luchadores sociales en Uruguay desde 1968 hasta 1973", relata el autor.
El libro recoge la fuerza y la radicalidad de un sector combativo de la población uruguaya que, ante la crisis, el deterioro de su nivel de vida y el aumento de la miseria propia o ajena, no se caracterizó por la lamentación contemplativa ni por esperar a que la izquierda gestionara la injusticia social desde el Parlamento. Rechazó el miedo, la espera y el reformismo; y volcó toda su existencia en el combate contra el sistema capitalista para alcanzar una sociedad sin clases, caracterizada por la existencia de una verdadera comunidad humana.
En el compromiso militante, los combatientes vieron acabar su cotidianidad. En apartados tan necesarios como "Amor en tiempos de lucha", "Género y militancia" y "Los hijos de los luchadores sociales", los testimonios analizan, de forma introspectiva, los avatares de aquel período lleno de muertes pero, sobre todo, de capacidad de luchar por la vida.

Ecos revolucionarios
Luchadores sociales, Uruguay, 1968-1973
Barcelona, 2003
nóos editorial
Rodrigo Vescovi Parrilla
570 págs.
En la "Soli 314" os presentábamos la novela "Ladrones de la infancia", anunciándoos en aquella ocasión la reseña de la obra que hoy os presentamos: "Ecos revolucionarios, Luchadores sociales, Uruguay, 1968-1973". Escrita por este joven historiador uruguayo afincado en Barcelona, es quizá el trabajo más exhaustivo ya no sólo de su trayectoria personal, sino de la historia contemporánea uruguaya en lo concerniente a las luchas sociales acaecidas durante esos años. De ahí la buena acogida que está teniendo en aquél país.
"Si con la lectura de esta obra se ha reflexionado, llorado, reído, temido, gozado, sufrido, amado, soñado, odiado, luchado y aprendido, el objetivo estará cumplido. Se habrá vivenciado una parte importante de lo que hicieron y sintieron los luchadores sociales en Uruguay desde 1968 hasta 1973", relata el autor.
El libro recoge la fuerza y la radicalidad de un sector combativo de la población uruguaya que, ante la crisis, el deterioro de su nivel de vida y el aumento de la miseria propia o ajena, no se caracterizó por la lamentación contemplativa ni por esperar a que la izquierda gestionara la injusticia social desde el Parlamento. Rechazó el miedo, la espera y el reformismo; y volcó toda su existencia en el combate contra el sistema capitalista para alcanzar una sociedad sin clases, caracterizada por la existencia de una verdadera comunidad humana.
En el compromiso militante, los combatientes vieron acabar su cotidianidad. En apartados tan necesarios como "Amor en tiempos de lucha", "Género y militancia" y "Los hijos de los luchadores sociales", los testimonios analizan, de forma introspectiva, los avatares de aquel período lleno de muertes pero, sobre todo, de capacidad de luchar por la vida.
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