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30 de novembro de 2009

Oi vim rápido só pra contar uma coisa...
Dia 27 último eu completei 17 anos de carreira teatral. Nossa uma felicidade! Mas como eu estou no meio de uma semana e meia de provas nem deu pra curtir muito. Mas o que quero contar aconteceu naquela noite.

Eu caminhava pelo campus da Fap quando dei de cara com uma mulher de olhar forte e penetrante, sabe aquele olhar que você tenta desviar e não consegue? Pois então passamos um pelo outro e seguimos nossos caminhos. Mais adiante encontrei com Baby Face e ficamos ali papeando quando ela voltou e me perguntou meu nome, eu disse.
ela esboçou um sorriso e disse "o meu é... " e eu " Lígia Gita"...
caramba tem apenas 14 anos que não nos víamos e dae BAM, a vida tem dessas coisas...
saímos e bebemos comemoramos o reencontro como os bons reencontros devem ser comemorados.

19 de novembro de 2009


Essa é minha amiga Mayara, sábado é o casamento dela com o Gláucio, um cara super gente fina e de bem com a vida. Os dois são o máximo e por isso eu fui experimentar alguns ternos e ela foi junto. No fim ela tirou algumas fotos com o celular e eu posto aqui.
o terno cinza defunto que ninguém gostou.rs

outra com o mesmo terno


dando uma arrumada no punho.
detalhe: a camiseta não faz parte da história hein
rs


a foto saiu estranha, mas é o Gláucio, a Má e eu.

16 de novembro de 2009

semana que começa e me deixa aflito... coisas boas acontecendo comigo
e isso me deixa feliz
sempre
beijos

14 de novembro de 2009

Agora posto pelo meu cel também

Descobri como acessar a net do meu celular. Estou postando dele agora... Agora ninguém me segura. Hehehhehe
ah, novidade! Se der certo estarei atuando muito em breve.
Abraços e doses

12 de novembro de 2009

Acho que algumas coisas enchem o saco simplesmente,como esse caso da aluna da UNIBAN. Vejo no jornal que os alunos da UnB tiraram suas roupas como forma de protesto (e festa). Somos todos politizados na hora de discutir o direito dela mostrar a bunda ou não, mas na hora de discutirmos a saúde, a educação e as reais melhorias possíveis pra esse país a gente se senta e mete a boca.
Bando de hipócritas será que não sacam que a Globo consegue grana até com isso? Daqui a pouco a piada morre e temos que esperar mais alguma coisa acontecer ou assumir que alguém desligou ITAIPÚ como forma de protesto ao direito da aluna.
A UNIBAN também agora oferece segurança para o retorno da menina, que não cito aqui porque esqueci a grafia do nome e do próprio nome dela, isso já é demais. Será que ninguém vê que isso é uma besteira sem fim. Ela não difere em nada de qualquer outro aluno da "faculdade para nazismo" como disse o Rafinha Bastos no CQC de segunda passada, dia 09 de Novembro.
Bem é isso

6 de novembro de 2009

CANÇÃO ( DE GINSBERG)



O peso do mundo
é o amor.
Sob o fardo
da solidão,
sob o fardo
da insatisfação

o peso
o peso que carregamos
é o amor.

Quem poderia negá-lo?
Em sonhos
nos toca
o corpo,
em pensamentos
constrói
um milagre,
na imaginação
aflige-se
até tornar-se
humano -

sai para fora do coração
ardendo de pureza -

pois o fardo da vida
é o amor,

mas nós carregamos o peso
cansados
e assim temos que descansar
nos braços do amor
finalmente
temos que descansar nos braços
do amor.

Nenhum descanso
sem amor,
nenhum sono
sem sonhos
de amor -
quer esteja eu louco ou frio,
obcecado por anjos
ou por máquinas,
o último desejo
é o amor
– não pode ser amargo
não pode ser negado
não pode ser contigo
quando negado:

o peso é demasiado
– deve dar-se
sem nada de volta
assim como o pensamento
é dado
na solidão
em toda a excelência
do seu excesso.

Os corpos quentes
brilham juntos
na escuridão,
a mão se move
para o centro
da carne,
a pele treme
na felicidade
e a alma sobe
feliz até o olho -

sim, sim,
é isso que
eu queria,
eu sempre quis,
eu sempre quis
voltar
ao corpo
em que nasci.

Allen Ginsberg
Bem, sou escritor e tenho algumas palavras entaladas em minha garganta. Não sou muito bom na hora de dizer algumas coisas, trava a língua e o que estala é o sentimento, por isso escrevo tanto. E é porque também a minha mente não para, ela não sossega antes do sono e ,na verdade, é a hora em que ela pega fogo. Cria mundos e mundos habitados por beats santos e loucos e alguns filhos da puta a quem gostaria de ensinar um ou dois truques.
Gosto de algumas coisas que são realmente bem cretinas, como tomar meu café enquanto leio algo e não dou a mínima atenção ao que acontece a minha volta. O mundo ali sou eu e a xícara cheia desse sagrado líquido preto e fumegante. É assim que começo minhas manhãs.
Queria sair caminhando por entre as ruas sem ter esse maldito horário para cumprir e nem ter que aguentar o sábado com vestibular que terei amanhã. Realmente deus não existe.

5 de novembro de 2009

mais Rogério Ribon

Meet Hagar, The Terrible



Hagar (vulgo Jim Duran) é um guerreiro Viking que frequentemente tenta invadir a Inglaterra e outros países.

O melhor amigo de Hagar, ao contrário do imaginário popular que toma os vikings como guerreiros musculosos, é um magrelo ou magricela covarde chamado Eddie Sortudo; contracenam ainda com ele a esposa Helga, o filho Hamlet, a filha Honi, a pata Kvack e seu cachorro Snert.

Embora respeitado profissionalmente (um dos maiores saqueadores e assassinos da Escandinávia), Hagar leva uma vida pessoal frustrada. Está sempre discutindo com a esposa Helga, que não está satisfeita com o padrão de vida que a família leva.

Para vergonha de Hagar, seu filho Hamlet está longe de ser um filho modelo: sem interesse por brigar, xingar e outros passatempos das crianças vikings, Hamlet está sempre lendo, filosofando e pensando sobre como algum dia poderá ser médico ou advogado.

A filha de Hagar, Honi, tem dezesseis anos e ainda não casou, sendo para os padrões da época já uma solteirona. Esta sim tem interesse em combater nas fileiras do pai, mas às vezes mostra um anseio por uma rotina mais comum de dona-de-casa.

O cachorro Snert não é muito subordinado ao dono, mas ainda assim se apresenta um companheiro mais útil e fiel a Hagar que seu melhor amigo, ironicamente chamado Eddie Sortudo, um viking franzino que usa um funil como chapéu. Sorte e raciocínio é o que mais falta a Eddie Sortudo, que está sempre desobedecendo às ordens dadas por Hagar; quando não por insubordinação, simplesmente por não compreendê-las.


A figura de um viking foi engendrada por Browne em 1973, em sua casa no Connecticut. O nome Hagar veio por acaso: certa feita, o próprio Dik acabara de acordar e seu filho mais novo, Chris, exclamou: "Olhe, mamãe! È Hagar, o horrível". As personagens secundárias foram, então, todas rebatizadas, respeitando-se a inicial H dos nomes. Os nomes originais se perderam[1].

As tiras são publicadas em 13 idiomas diferentes, em 58 países num total de mais de mil e seiscentos jornais[2].

Desde a aposentadoria de Dik em 1988 seu filho Chris têm cuidado das tiras pessoalmente, embora já tenha começado a ajudar o pai desde 1974. De 1989 a 1995 Chris escrevia e desenhava; de 1995 em diante os roteiros passaram a ser feitos por outros artistas.[1]

No Brasil, as tiras de Hagar são publicadas pelo jornais Folha de São Paulo, O Globo e Zero Hora.

fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Hagar,_o_Horr%C3%ADvel (informações)

entrevista do Rogério Ribon

Entrevista do Rogério Ribon na 97,7 Tupã II FM na noite do dia 01 de novembro, antes da passagem de som para o show na LUNNA. O Rogério Balla entrou ao vivo e bateu esse papo descontraído. Aqui está somente um trecho.