17 de março de 2011
12 de março de 2011
3 de março de 2011
Viúva do escritor Guimarães Rosa morre em SP
Morte de Aracy Carvalho Guimarães Rosa foi por causas naturais.
Ela estava internada no Hospital Albert Einstein e tinha 102 anos.
Morreu nesta quinta-feira (3), aos 102 anos de idade, Aracy Carvalho Guimarães Rosa, viúva do escritor Guimarães Rosa, autor de Grande Sertão: Veredas. Aracy estava internada no Hospital Albert Einstein, onde morreu às 5h30, de causas naturais. O marido dela já tinha morrido no ano de 1967.
Ela estava internada no Hospital Albert Einstein e tinha 102 anos.
Morreu nesta quinta-feira (3), aos 102 anos de idade, Aracy Carvalho Guimarães Rosa, viúva do escritor Guimarães Rosa, autor de Grande Sertão: Veredas. Aracy estava internada no Hospital Albert Einstein, onde morreu às 5h30, de causas naturais. O marido dela já tinha morrido no ano de 1967.
Marco Lucchesi é o novo membro da Academia Brasileira de Letras
A Academia Brasileira de Letras (ABL) elegeu, nesta quinta-feira (3), o professor, ensaísta e poeta carioca Marco Lucchesi para a Cadeira Número 15 da instituição. Com 47 anos, Lucchesi, que passou a ser o integrante mais jovem da ABL, substitui o Padre Fernando Bastos de Ávila, falecido em 6 de novembro do ano passado.
O poeta recebeu 34 dos 38 votos possíveis (tendo sido três abstenções e um voto em branco). Compareceram à sessão 26 acadêmicos, 9 dos quais votarem presencialmente. Houve 27 votos por carta.
“A chegada do escritor Marco Lucchesi constitui uma contribuição das mais valiosas para o quadro da Academia. Jovem e brilhante, certamente será de muita valia para os projetos e propostas que nossa Casa deseja implementar nos próximos anos”, afirmou em comunicado o Presidente da ABL, Marcos Vinicios Vilaça.
Formado em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), doutor em Ciência da Literatura pela UFRJ e pós-doutor em filosofia da Renascença na Universidade de Colônia, na Alemanha, Lucchesi tem, entre suas publicações, os livros "Meridiano celeste & bestiário", premiado com o Prêmio Alphonsus de Guimarães 2006 da Biblioteca Nacional e finalista do Prêmio Jabuti 2007; "Sphera", que recebeu Menção Honrosa do Prêmio Jabuti 2004, além do Prêmio UBE de Poesia Da Costa e Silva 2004; "Os olhos do deserto"; "Saudades do paraíso" e "O sorriso do caos".
Também teve algumas de suas obras publicadas em italiano, como "Poesie" e "La gioia del dolor".
A Cadeira Número 15 tem como patrono o poeta e teatrólogo Gonçalves Dias e seu primeiro ocupante foi Olavo Bilac. Além de Bilac e do Padre Ávila, ocuparam a Cadeira Amadeu Amaral (1875-1929); Guilherme de Almeida (1890-1969); Odylo Costa, filho (1914-1969); e Dom Marcos Barbosa (1915-1997).
publicado em http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2011/03/marco-lucchesi-e-o-novo-membro-da-academia-brasileira-de-letras.html
O poeta recebeu 34 dos 38 votos possíveis (tendo sido três abstenções e um voto em branco). Compareceram à sessão 26 acadêmicos, 9 dos quais votarem presencialmente. Houve 27 votos por carta.
“A chegada do escritor Marco Lucchesi constitui uma contribuição das mais valiosas para o quadro da Academia. Jovem e brilhante, certamente será de muita valia para os projetos e propostas que nossa Casa deseja implementar nos próximos anos”, afirmou em comunicado o Presidente da ABL, Marcos Vinicios Vilaça.
Formado em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), doutor em Ciência da Literatura pela UFRJ e pós-doutor em filosofia da Renascença na Universidade de Colônia, na Alemanha, Lucchesi tem, entre suas publicações, os livros "Meridiano celeste & bestiário", premiado com o Prêmio Alphonsus de Guimarães 2006 da Biblioteca Nacional e finalista do Prêmio Jabuti 2007; "Sphera", que recebeu Menção Honrosa do Prêmio Jabuti 2004, além do Prêmio UBE de Poesia Da Costa e Silva 2004; "Os olhos do deserto"; "Saudades do paraíso" e "O sorriso do caos".
Também teve algumas de suas obras publicadas em italiano, como "Poesie" e "La gioia del dolor".
A Cadeira Número 15 tem como patrono o poeta e teatrólogo Gonçalves Dias e seu primeiro ocupante foi Olavo Bilac. Além de Bilac e do Padre Ávila, ocuparam a Cadeira Amadeu Amaral (1875-1929); Guilherme de Almeida (1890-1969); Odylo Costa, filho (1914-1969); e Dom Marcos Barbosa (1915-1997).
publicado em http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2011/03/marco-lucchesi-e-o-novo-membro-da-academia-brasileira-de-letras.html
28 de fevereiro de 2011
Para Lucimara Iliria

Essa mulher que
Vive no corpo de menina
É um pedaço do tempo
Que segue seu rumo
Lento e constante.
Botão que desabrocha
O talento
De flor
Em que se transmuta
A menina que
Ainda usa aparelho
E chamo de querida
Tri querida.
Brinca na corda bamba da vida
Aproveita o palco
Que te aceita
Fresca risada
Numa escandalosa tarde.
LUz aCIma do MAR Azul
Fique do meu lado
E deixe que o teu tempo
Abençoe meus poemas
Com gotas de sonhos bons.
27 de fevereiro de 2011
MORRE MOACYR SCLIAR

O escritor gaúcho Moacyr Scliar, 73 anos, morreu na madrugada deste domingo (27) no Hospital de Clínicas em Porto Alegre, por falência múltipla de órgãos devido às consequências de um acidente vascular cerebral (AVC).
Scliar havia sofrido um AVC na madrugada de 16 de janeiro enquanto se recuperava de uma cirurgia no intestino. De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, o escritor morreu à 1h, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ele deve ser velado neste domingo na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, a partir das 14h. O sepultamento será na segunda-feira (28), em cerimônia reservada a familiares e amigos.
Moacyr Jaime Scliar nasceu em 23 de março de 1937, em Porto Alegre. Era casado com Judith, com quem teve um filho, Roberto. Seus pais, José e Sara Scliar, oriundos da Bessarábia (Rússia), chegaram ao Brasil em 1904. Formado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, era especialista em Saúde Pública e Doutor em Ciências pela Escola Nacional de Saúde Pública, tendo exercido a profissão junto ao Serviço de Assistência Médica Domiciliar e de Urgência.
Seu primeiro livro, publicado em 1962, foi "Histórias de médico em formação", contos baseados em sua experiência como estudante. Em 1968, publicou "O carnaval dos animais", de contos, que considerava de fato sua primeira obra.
Publicou mais de 70 livros de diversos gêneros literários – entre eles, os romances “O Exército de um homem só”, “A estranha nação de Rafael Mendes” e “O centauro no jardim” – e teve textos adaptados para cinema, televisão, rádio e teatro, inclusive no exterior. Era colaborador dos jornais Zero Hora e Folha de S. Paulo. Desde 2003, era membro da Academia Brasileira de Letras (ABL). Scliar ganhou três vezes o Prêmio Jabuti – a mais recente, em 2009, com o romance “Manual da paixão solitária”.
17 de fevereiro de 2011
dica literária
Hoje quero indicar um livro de um escritor de língua espanhola. Irmão da minha querida Guismo Sol. Li o seu primeiro livro quando ainda morava em Salvador e a história ainda está em mim. Muito boa sua escrita e a forma em que descreve suas personagens.

Ecos revolucionarios
Luchadores sociales, Uruguay, 1968-1973
Barcelona, 2003
nóos editorial
Rodrigo Vescovi Parrilla
570 págs.
En la "Soli 314" os presentábamos la novela "Ladrones de la infancia", anunciándoos en aquella ocasión la reseña de la obra que hoy os presentamos: "Ecos revolucionarios, Luchadores sociales, Uruguay, 1968-1973". Escrita por este joven historiador uruguayo afincado en Barcelona, es quizá el trabajo más exhaustivo ya no sólo de su trayectoria personal, sino de la historia contemporánea uruguaya en lo concerniente a las luchas sociales acaecidas durante esos años. De ahí la buena acogida que está teniendo en aquél país.
"Si con la lectura de esta obra se ha reflexionado, llorado, reído, temido, gozado, sufrido, amado, soñado, odiado, luchado y aprendido, el objetivo estará cumplido. Se habrá vivenciado una parte importante de lo que hicieron y sintieron los luchadores sociales en Uruguay desde 1968 hasta 1973", relata el autor.
El libro recoge la fuerza y la radicalidad de un sector combativo de la población uruguaya que, ante la crisis, el deterioro de su nivel de vida y el aumento de la miseria propia o ajena, no se caracterizó por la lamentación contemplativa ni por esperar a que la izquierda gestionara la injusticia social desde el Parlamento. Rechazó el miedo, la espera y el reformismo; y volcó toda su existencia en el combate contra el sistema capitalista para alcanzar una sociedad sin clases, caracterizada por la existencia de una verdadera comunidad humana.
En el compromiso militante, los combatientes vieron acabar su cotidianidad. En apartados tan necesarios como "Amor en tiempos de lucha", "Género y militancia" y "Los hijos de los luchadores sociales", los testimonios analizan, de forma introspectiva, los avatares de aquel período lleno de muertes pero, sobre todo, de capacidad de luchar por la vida.

Ecos revolucionarios
Luchadores sociales, Uruguay, 1968-1973
Barcelona, 2003
nóos editorial
Rodrigo Vescovi Parrilla
570 págs.
En la "Soli 314" os presentábamos la novela "Ladrones de la infancia", anunciándoos en aquella ocasión la reseña de la obra que hoy os presentamos: "Ecos revolucionarios, Luchadores sociales, Uruguay, 1968-1973". Escrita por este joven historiador uruguayo afincado en Barcelona, es quizá el trabajo más exhaustivo ya no sólo de su trayectoria personal, sino de la historia contemporánea uruguaya en lo concerniente a las luchas sociales acaecidas durante esos años. De ahí la buena acogida que está teniendo en aquél país.
"Si con la lectura de esta obra se ha reflexionado, llorado, reído, temido, gozado, sufrido, amado, soñado, odiado, luchado y aprendido, el objetivo estará cumplido. Se habrá vivenciado una parte importante de lo que hicieron y sintieron los luchadores sociales en Uruguay desde 1968 hasta 1973", relata el autor.
El libro recoge la fuerza y la radicalidad de un sector combativo de la población uruguaya que, ante la crisis, el deterioro de su nivel de vida y el aumento de la miseria propia o ajena, no se caracterizó por la lamentación contemplativa ni por esperar a que la izquierda gestionara la injusticia social desde el Parlamento. Rechazó el miedo, la espera y el reformismo; y volcó toda su existencia en el combate contra el sistema capitalista para alcanzar una sociedad sin clases, caracterizada por la existencia de una verdadera comunidad humana.
En el compromiso militante, los combatientes vieron acabar su cotidianidad. En apartados tan necesarios como "Amor en tiempos de lucha", "Género y militancia" y "Los hijos de los luchadores sociales", los testimonios analizan, de forma introspectiva, los avatares de aquel período lleno de muertes pero, sobre todo, de capacidad de luchar por la vida.
11 de fevereiro de 2011
Domingo tem Cine Clube no Ponto de Cultura
O Ponto de Cultura “Teatro Gera Vida, Vida Gera Teatro” traz mais uma novidade é a montagem de um Cine Clube que funcionará a partir do próximo domingo dia 13 a partir das 20h30 com entrada franca na sede do Ponto que fica na Rua Antônio José Lemos, 45 Vila Indústria. O projeto surgiu das conversas entre a direção do Ponto e antigos membros do grupo “Oficinas da Tribo” Marcel Lourenção e Eduardo “Jim” Duran que tinham interesse em voltar a discutir e fomentar o áudio visual e a sua prática em Tupã.
A intenção é em principio exibir filmes fora do eixo comercial. Sejam eles documentários, ficção, animação, grandes produções e cinema marginal. O Cine Clube Ponto de Cultura, não servirá apenas para que se assista os filmes, mas também, ao final de cada exibição haverá um bate papo entre os presentes. Estão previstos encontros quinzenais para a exibição de filmes e discussões.
Para essa primeira reunião serão apresentados três filmes feitos por tupãenses. “A História do Menino da Tábua” do jornalista Higor Bonjardim, “Os Loucos” do ator Eduardo “Jim” Duran e um vídeo dos alunos da escola Irene Resina Migliorucci dirigido por Lucas Redressa.
7 de fevereiro de 2011
porque?
eu me divirto, eu crio, eu rio, eu amo e odeio
eu desejo e renego
me sujo em pensamentos
e passo ao largo de muita coisa
mas me sinto só
eu desejo e renego
me sujo em pensamentos
e passo ao largo de muita coisa
mas me sinto só
4 de fevereiro de 2011
Ravaziando os Sentidos
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