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14 de abril de 2010

boa ideia...

Pais na Suíça encontraram uma maneira diferente de presentear seus filhos no aniversário. Ao invés de contratar um mágico ou palhaço para uma tradicional festa infantil, eles alugam os serviços de um "palhaço do mal".



Dominic Deville é pago para aterrorizar o aniversariante por uma semana, enviando bilhetes ameaçadores e cartas anônimas, fazendo ligações assustadoras, entre outras brincadeiras de gosto duvidoso.

A "surpresa" termina com um encontro do palhaço do mal com sua vítima e uma torta na cara.

Deville contou ao jornal inglês "Metro" que sua inspiração para encarnar o palhaço veio das histórias de horror de Stephen King.

"É muito divertido. Mas sempre que as crianças ficam muito assustadas, paramos com a brincadeira", contou o palhaço, que somente abusa nas brincadeiras com a permissão dos pais .

"Minha ideia é levar um pouco de vida e gargalhada para as crianças", garantiu Dominic Deville.
nos sonhos estamos juntos
caminhando por todo o canto
dizendo tudo no mesmo silêncio e
escondendo o tesouro de quem não merece
aqui é tudo mais quieto
aqui é tudo de outra forma.
poderia ser mais explícito
mas o jogo não iria adiante,
não provei o teu beijo (mesmo querendo fazer )
mas provei do teu olhar e
foi assim que me ajoelhei.
Anjo negro
anjo quieto.
sou um poeta,
mais um escrevendo lamúrias e buscando alento

algumas fotos...


foca de jornal (1994/95)


caminhando em Cuiabá/MT (2000)



em Arraial D´Ajuda/BA (2003)



na padaria Los Angeles- Cuiabá/MT (2002)


zoneando a Pinacoteca do Estado - São Paulo (2008)
Sei que são 3h40 da manhã e eu aqui ainda acordado pensando em muita coisa. Fim de tarde muito muito feliz e isso contribuiu e muito, me ajudou a ficar melhor pra aguentar a pancada que tive na notícia da piora de minha Tia Cida. Que pena! Mas as coisas tendem a melhorar. Torço e rezo. Acho que mostrei muito de mim hoje e senti um agradecimento em cada olhar.


Algumas pessoas me falam sobre a dificuldade que possuem em escrever, expor ou registrar no papel aquilo que sentem. Eu sempre digo que é um exercício a que se deve dedicação e certo grau de disciplina. É claro que nem tudo fica bom e chega a ser mostrado. Mas você deve tentar também, escreva coisas que queira dizer e não diz. Não se importe muito em classificar o que está no papel, ou na tela. Mas é o "confiar" seu segredo que é difícil. Todos travamos e temos branco, natural. Nem sempre vimos a beleza que os outros vêem em nossos escritos. Nunca me esqueço que meu poema premiado é um dos que menos gosto.
Vamos lá pegue um papel e uma caneta e tente... vai sentir o doce abraço da vida e o beijo do mistério roçando seus lábios lentamente.

12 de abril de 2010

toque de show

Caros Amigos,

Após o sucesso do primeiro show, a dupla Pé no Blues, formada por Rogério Ribon e Lucas Martini, volta a se apresentar no Mirante Chopperia em Vinhedo, no dia 30 de abril, sexta feira.
Os ingresso estão à venda no Mirante, ou podem ser enviados pelo correio para quem não mora em Vinhedo. Basta entrar em contato pelo e-mail rogerioribon@yahoo.com.br.

Os ingressos antecipados custam R$ 7,00 reais (preço único e promocional) e no dia da apresentação custará R$ 10,00.
Garanta já o seu.

Nosso muito obrigado a todos.

R2 Produtora

9 de abril de 2010

a solidão...

A solidão divide a cama comigo
E tem o sono leve.
Não consigo relaxar, tenho medo
Que ela desperte
Que ela se lembre de mim
Que ela não queira mais ir.
Pensam os tolos
Que, ao menos, há um corpo ao meu lado.
Mas não me aquece, não me alivia,
É como um pesadelo que não termina,
Mesmo tendo estado perto de ser acordado nos últimos dias
O sono torna-se mais presente
E não há um sonho bom,
Nem mesmo há um bom poema

Morre Malcolm McLaren

foto de Dylan Martinez - 16.dez.1999/Reuters

Estava zapeando na TV quando ouvi sobre a morte de Malcolm McLaren. nunca fui punk e confesso que não são todas as músicas do movimento que eu gosto/conheço. Mas não podemos negar a confusão que ele causou no comportamento mundial com os Sex Pistols.


08/04/2010 - 18h10
Leia repercussão da morte de Malcolm McLaren


da Reportagem Local

Leia abaixo repercussão de artistas sobre a morte de Malcolm McLaren, considerado o "pai do punk".

Saiba mais sobre Malcolm McLaren
Malcolm McLaren é prova de uma mente criativa, diz cantor Paulo Ricardo

"Quando me apaixonei pelo Malcolm, achei-o lindo e ainda acho. Foi uma pessoa muito carismática, especial e talentosa. Pensar nele morto é algo muito triste. Não nos falávamos havia muito tempo. Ben e Joe estavam com ele quando ele morreu."

Vivienne Westwood, ex-mulher de McLaren, estilista e cofundadora da loja Sex

"Ele foi o roqueiro punk original que revolucionou o mundo. Tenho um orgulho incrível dele. Ele é um homem que serve de inspiração para as pessoas."

Joe Corre, filho de McLaren e cofundador da grife de lingerie Agent Provocateur

"Sem Malcolm McLaren, não haveria nada do punk britânico. Ele é um dos raros indivíduos que deixou um impacto enorme na vida cultural e social de seu país. Espero que ele seja lembrado com carinho. Ele foi um personagem complexo, contraditório. Ele podia ser muito charmoso, muito cruel, mas ele importava e pôs algo de pé que era extraordinário. O que ele fez na moda e na música foi extraordinário. Ele foi um revolucionário."

Jon Savage, historiador britânico, autor de "England's Dreaming"
"Sem Malcolm McLaren, o movimento punk não teria explodido como explodiu. Em toda sua vida, ele conseguiu pôr valor em tudo, valorizou esse movimento da juventude, pôr um valor nas artes. Tudo em que pôs a mão ganhou valor. Acredito que sem ele e sem a direção dele não teríamos essa excitante explosão de que a música precisava naquele momento e de que também precisa agora. Seu status icônico não perde para ninguém. Ele foi uma das dez figuras mais importantes no mundo da música, da arte e da moda. Sem ele, tudo o que tivemos nos últimos 30 anos não teria sido o mesmo."

Les Molloy, porta-voz de McLaren

"O que o Malcolm fazia era pôr as pessoas em movimento. Sua ideia, e o que ele tentou criar, nunca foi o óbvio, e não seria nada que outra pessoa pensaria em fazer."

Chrissie Hynde, vocalista do The Pretenders

"Podiam existir muito mais empresários como ele no mundo. Tinha uma visão comercial e artística do rock, que nunca mais foi o mesmo depois dele. Um senso de oportunidade, no melhor sentido, como todo empresário cultural teria que ter."

Edgard Scandurra, DJ e guitarrista

"Músicos de um modo geral depreciam o trabalho de quem não está em cima do palco. Mas os Sex Pistols não seriam o que foram se Malcom não estivesse ali. Ele foi um articulador fora do palco, criou um celeuma em torno daquela música --produzida por quatro moleques que sequer sabiam tocar-- e fez ela ir além dela mesma."

Marcelo Nova, cantor e compositor

"Dá para dizer que foi o 'faça você mesmo', lema do punk personificado no Sex Pistols, que deu origem ao rock de Brasília, à Legião Urbana, ao Capital Inicial, à Plebe Rude. Malcolm pode até não ter "inventado" os Sex Pistols, como alegam alguns, mas certamente estava no epicentro da bomba, no nascimento do punk --e foi catalizador disso tudo."

Dinho Ouro Preto, vocalista do Capital Inicial

"Quando éramos mais jovens, a gente vivia dizendo que o cara não era "o idealizador" do punk, como muita gente pregava. Mas agora que ficamos mais velhos, ficou mais claro que ele ajudou a vender o negócio. Isso foi importante, pois causou um choque na sociedade que, sem essa comercialização, não teria causado."

Clemente, vocalista do Inocentes

"Ele era um cara controvertido, tinha essa polêmica em torno de quem inventou os Sex Pistols, a estética dos Sex Pistols. Ele queria colher os louros por tudo aquilo que significou aquela estética que eles inventaram em conjunto. Foi uma revolução na maneira de pensar e de fazer música. Deixou uma marca. Em tudo que se faz hoje em dia, você percebe aquela agressividade do punk rock, aquele discurso. Acho que quer queira quer não ele deve ter sido um dos responsáveis por tudo aquilo. O pensamento estético dele está presente em tudo o que se faz hoje em dia. Ele faz várias experiências sempre de maneira de maneira muito interessante e criativa."

Sérgio Britto, integrante do Titãs

5 de abril de 2010

Algo mudou em mim
Mas nada foi feito para que isso acontecesse
Apenas surgiu uma ruptura necessária,
Um abandono que deveria existir porque
O antigo não sustentou meu riso de uma forma real.
Hoje, em relação a você, estou mais feliz
Não porque algo foi feito,
Mas porque o tempo me deu a certeza
Que só o tempo tem de quando as coisas são sérias.
Ontem, parado no meio da igreja
Senti meu peito encolher até ser um núcleo de um átomo
Me senti triste, só e tolo...
Mas você estava ao meu lado
E pude perceber que não estou no meu lugar
Eu habito um espaço que não é meu.
Sou um estrangeiro em meu corpo
Sou o sentimento que me habita
E por mais que não correspondido
É vivido
Eu me ergo rápido e me apronto
Não sei relaxar.
Pode ser que nunca viva realmente
Pode ser que o tempo ou a distância
Se encarregue do que sinto,
Ontem pode ter parecido um adeus, como você disse
E talvez, involuntariamente, era.
Só não muda o que morreu e deixou realmente de existir,
Mas no fundo sabemos que não será nunca uma despedida
Ficarão as dezenas de poemas que te escrevi,
Os recados entregues na doce madrugada.
Os presentes para teu ainda distante aniversário
Dirão que amigo fui para você.
Choro aqui, em silêncio,
Me alivio enquanto nos falamos pela internet.
Distante e próxima como uma surpresa que nos ganha.
Você é meu mistério mais delicioso,
Minha esfinge que sorri e me encanta
E me toca
E me inspira.

"One, two, Freddy's coming for you" (Um, dois, o Freddy está vindo te pegar!).

Quem se esquece da musiquinha cantada em voz infantil, uma canção de ninar às avessas, e do rosto destruído pelo fogo de Freddy Krueger?

"Ele é mais do que um maluco mascarado", diz novo Freddy Krueger

O primeiro trailer da nona encarnação de "A Hora do Pesadelo" invadiu a internet e recebeu reações positivas de críticos e fãs de filmes de horror.


Cena do novo "A Hora do Pesadelo"; diretor promete Freddy Krueger de dar medo

O Folhateen visitou o set do thriller, uma refilmagem do longa original, que chega aos cinemas brasileiros em 7/5.

No lugar de Robert Englund, alma e corpo do assassino até "Freddy vs. Jason", lançado há sete anos e última sequência da série, a estrela principal do remake é Jackie Earle Haley.

O ator é conhecido por personagens perturbadores, como o pedófilo Ronnie, de "Pecados Íntimos" (pelo qual foi indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante), o louco George, de "Ilha do Medo", e o vingativo Rorschach, de "Watchmen".

E havia alguma escolha melhor para ressuscitar Krueger, cansado de guerra e de micos em sequências que beiravam o ridículo?

Não para o produtor do filme, Michael Bay, cuja equipe foi a responsável pela elogiada reinvenção, no ano passado, da franquia "Sexta-Feira 13".

Nem para o diretor de primeira viagem Samuel Bayer, responsável por vídeos emblemáticos do rock dos anos 90, como "Smells Like Teen Spirit", do Nirvana, e "Bullet with Butterfly Wings", do Smashing Pumpkins.

"Queria voltar a fazer um Freddy assustador, que deixasse o público em pânico. Não queria que ninguém risse de meu Freddy", conta Bayer.

O diretor, um fã ardoroso do filme original de Wes Craven, reclama que as versões mais pobres transformaram seu vilão favorito em um personagem de comédia vaudeville.

O jornalista Eduardo Graça viajou a Chicago a convite da Warner Bros.

A Paixão de Cristo



Era pra ter sido apresentado na sexta-feira, mas por conta da chuva tivemos para adiar até ontem a nossa apresentação d'A Paixão de Cristo". Olhando sob um prisma nós acabamos ganhando mais um dia de ensaio. É claro que mesmo assim tivemos alguns imprevistos que não foram suficientes para comprometer o bom resultado final.
Tive uma grata surpresa com a dedicação do ator que representou Jesus, Artur foi bem além do que eu esperava e mereceu os aplausos que teve. É claro também que houve os que não estavam muitos conectados com a importância da representação. Mas não atrapalhou realmente porque a grande maioria estava feliz pelo fato de finalmente estar realizando algo.
Outro destaque ficou por conta de Aleshya que deu conta de um texto quilomérrico e difícil. A dificuldade estava no embasamento que o Fábio (diretor e autor do texto) teve ao escrevê-lo, houve um trabalho de pesquisa, não foi só o que estava nas escrituras que ele quis contar mas sobretudo como eram as coisas na época. Tamiris como anjo também arrasou, venceu a timidez e insegurança e deu o recado. Boa a equipe que foi formada.
A trilha sonora foi feita com base em soundtracks usadas nos filmes como Drácula de Bram Stoker, algo como Canto Gregoriano - Missa de Angelis - 1997 (Stirps Iesse)e trechos de uma trilha que usei na peça "O" Filho em 2002 em Cuiabá/MT.
Bem por enquanto é isso, semana que vem começamos o projeto Ademar Guerra e estamos ansiosos por isso.